
Hélio Jaguaribe é o segundo filme em cartaz no Cine Teatro Recreio (Crédito: Divulgação)
O acadêmico, jurista, sociólogo e escritor Helio Jaguaribe morreu na noite deste domingo, 9, em sua residência em Copacabana, na zona sul Rio, vítima de falência múltipla dos órgãos. A informação foi divulgada pela Academia Brasileira de Letras (ABL), entidade da qual Jaguaribe era membro.
Seu corpo será velado na Sala dos Poetas Românticos, no Petit Trianon, a partir das 10h de quarta-feira, dia 12. O sepultamento está previsto para o mesmo dia, às 15h, no Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.
O acadêmico deixa viúva, Maria Lucia Charnaux Jaguaribe, e cinco filhos, Anna, Roberto, Claudia, Beatriz e Isabel.
O Presidente da ABL, Marco Lucchesi, afirmou: “Helio Jaguaribe foi um dos últimos grandes intérpretes de nosso país. Estudou o Brasil para transformá-lo, mediante uma abordagem desenvolvimentista, com a fundação do Iseb (Instituto Superior de Estudos Brasileiros), nos anos cinquenta”.
Lucchesi disse, ainda, que “para Helio Jaguaribe, ação e pensamento permanecem indissociáveis, como Darcy Ribeiro e Celso Furtado, que o precederam na cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras. Cientista político de alta erudição e consciência vigilante, deixou obra vasta e criativa. Cito apenas dois títulos: ‘A dependência político-econômica da América Latina’, verdadeiro clássico na área, e ‘Um estudo crítico da história’, divisor de águas da interpretação do processo histórico publicado em nosso país. Homem de gestos largos e entusiasmado, Helio continua vivo pelas virtudes de sua obra, saudosa do futuro”.
Nono ocupante da cadeira número 11 da ABL, Helio Jaguaribe foi eleito em 3 de março de 2005, na sucessão de Celso Furtado, e recebido em 22 de julho de 2005, pelo acadêmico Candido Mendes de Almeida. IstoÉ









O ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reforçou, hoje (9), a proibição do uso do nome de Luiz Inácio Lula da Silva como candidato ao cargo de presidente da República.


















Reginaldo José de Lima, 46 anos, acionou a Polícia Militar por volta das 11 horas deste sábado (8), após ter o carro incendiado em frente a uma residência no bairro Jardim Taveirópolis, em Campo Grande. Segundo o Boletim de Ocorrência, Reginaldo foi avisado pelos familiares que o veículo Mercedes Benz estaria em chamas no local.
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