Compra de pães mesmo com uma panificadora dentro da unidade prisional, o ‘sumiço’ de 8.637 colchões, a ‘troca’ de materiais de limpeza por de construção e um consumo improvável de 2,3 quilos de arroz por dia por preso no Estado são apenas alguns dos indícios que levaram uma investigação a pedir a quebra do sigilo bancário e fiscal à Justiça de 45 pessoas e empresas que atuaram na administração ou forneceram produtos para a Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) entre os anos de 2014 e 2016.
No rol de investigados estão Deusdete Souza de Oliveira Filho (ex-diretor-presidente da Agepen), Pedro César Figueiredo de Lima (ex-chefe do departamento de finanças), Marcos Borges Joaquim (ex-chefe do departamento financeiro), Eliane da Silva (ex-responsável pelas planilhas e diárias), Maria Granja Macedo (ex-chefe da divisão de compras e suprimentos), Paulo Freire Thomaz (ex-chefe de almoxarifado), Roseli Ribeiro Figueiredo (ex-chefe do núcleo de compras), Nair Mendes de Borba (substituta da chefe de divisão de compras e suprimentos) e Luciano Joaquim da Silva (ex-chefe da divisão de orçamento e finanças). De acordo com a assessoria da Agepen, a maioria dos citados foram exonerados ou afastados dos cargos de chefes e a investigação refere-se a período anterior a atual gestão da instituição.












Uma grávida de 24 anos foi espancada pelo marido de 27 anos, na noite desta quarta-feira (21), na cidade de Cassilândia, que fica a 430 quilômetros de Campo Grande, com socos e chutes.
A separação de um casal acabou virando caso de polícia, na noite desta quarta-feira (21), em Campo Grande, no Jardim Anache. A ex-mulher de 34 anos da vítima invadiu sua residência armada com uma faca.

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Após conseguir um emprego de empregada doméstica, na cidade de Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, uma jovem de 26 anos foi obrigada pela patroa a se prostituir.






