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Mulher é presa por tentativa de latrocínio

Foto: Divulgação, Polícia Civil

Uma mulher de 35 anos foi presa nesta sexta-feira (29) por tentativa de latrocínio, em Campo Grande. Ela foi capturada em uma chácara às margens da rodovia BR-262.

Conforme a Polícia Civil, a mulher ficará presa temporariamente, por 30 dias. A ação ocorreu por meio da Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos) com o apoio da Derfurv (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos).

A prisão integra a Operação Protetor de Fronteiras, parte do programa Brasil Contra o Crime Organizado, do governo federal.

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Caminhoneiro é preso com cartelas de rebite após matar casal em acidente na BR

Local onde ocorreu o acidente. (Foto: reprodução, Coxim Agora)

Motorista, de 38 anos, que provocou o acidente que matou o casal de empresários Janir José Maggioni, de 60 anos, e Sonia Aparecida Andrade Silva, de 59 anos, foi preso com medicamentos usados para inibir o sono.

Com o impacto da colisão, a caminhonete ficou prensada carretas. Eles não resistiram e morreram no local. O motorista do caminhão também ficou ferido.

Conforme o site local, Coxim Agora, durante o trabalho de desencarceramento do motorista do caminhão, a equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) encontrou duas cartelas do medicamento Nobésio Extra Forte, contendo 15 comprimidos cada. Cinco comprimidos já haviam sido consumidos.

O motorista foi socorrido pela equipe de resgate da Motiva Pantanal – empresa que administra a via – e encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura Silva, em Coxim.

Segundo as informações, o motorista deve responder por homicídio culposo na direção de veículo automotor e porte de droga para consumo pessoal.

Casal morto em acidente

Janir José Maggioni, de 60 anos, e Sonia Aparecida Andrade Silva, de 59 anos, eram empresários e moravam com os filhos há muitos anos na cidade de Bom Jesus, no interior do Piauí.

O empresário, que dirigia a camionete no momento em que o veículo foi atingido, é irmão do ex-prefeito de Sonora Zelir Maggioni. As vítimas serão sepultadas na cidade onde moravam com os filhos.

Midiamax

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Defesa alega inocência de sargento preso por suposta ‘sociedade’ com traficantes

Imagem ilustrativa. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

A defesa do sargento da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) Marcos Augusto Barbosa, preso na quinta-feira (28) durante a Operação Janus, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), pontua a Inocência do militar. A operação acontece após 14 meses de investigações que revelaram um esquema de associação ao tráfico de drogas e à agiotagem.

As investigações tiveram início após denúncias revelarem que os policiais associaram-se a traficantes locais para a venda de drogas. Assim, eles são apontados por firmarem uma parceria com os criminosos para permitir que vendessem drogas livremente. Inclusive, eram violentos com os rivais dos traficantes.

Segundo as investigações, os envolvidos forneciam drogas para que os comparsas revendessem e repassassem os lucros depois. Algumas das drogas fornecidas eram desviadas de apreensões em flagrante após informações repassadas pelos próprios “sócios” no esquema criminoso.

Além disso, alguns dos policiais eram agiotas no esquema. Sendo contratados para ameaçar os devedores, usando da condição de agente da segurança pública.

Inocência

Já nesta sexta-feira, os presos passaram por audiência de custódia, mas foi mantida a decretação das prisões preventivas que haviam sido pronunciadas pelo juízo da Auditoria Militar Estadual. Procurado pela reportagem do Jornal Midiamax, o advogado Gerson Almada Gonzaga, que atua na defesa do sargento Augusto, frisou a inocência do seu cliente no esquema.

“Semana que vem estão previstas várias oitivas no Gaeco e estamos seguros de que, após essas oitivas e com a análise do material apreendido, o próprio Gaeco fará o pedido de revogação da prisão do Marcos, porque certamente chegarão à conclusão de que ele é inocente e isso ficará provado durante a instrução criminal”, afirmou Almada.

Para a defesa, o sargento que atua há mais de 43 anos no estado não será denunciado pelo Gaeco. “Entendemos que, após a análise das provas colhidas e das que virão, sequer será denunciado pelo Gaeco, porque é latente a sua inocência”.

Neste momento, o processo corre sob segredo de justiça; assim, a defesa aponta que ainda está tentando acesso aos autos. “A fim de estudar quais os próximos passos que iremos traçar, mas de antemão adiantamos que iremos entrar em breve com pedido de revogação da prisão preventiva e, se não houver provimento, ajuizaremos Habeas Corpus no Tribunal de Justiça de MS”, finalizou.

PMs são afastados

Os quatro policiais militares presos durante a Operação Janus serão afastados de suas funções. Para a reportagem, a PMMS informou que acompanha todo o processo e que os militares envolvidos serão afastados. Posteriormente, eles serão encaminhados ao PME (Presídio Militar Estadual).

“Os militares envolvidos serão prontamente afastados de suas funções, e já foram instaurados os devidos procedimentos administrativos internos cabíveis para apuração dos demais fatos e responsabilização das condutas em nível disciplinar, com posterior aplicação das sanções consideradas cabíveis. Após os trâmites legais, os militares presos serão conduzidos ao Presídio Militar Estadual”, informou, em nota.

A corporação ressaltou que não coaduna com desvios de conduta e que isso não reflete o padrão de atuação do efetivo. Por fim, afirmou que colabora com o MPMS e ficará à disposição para todo o apoio necessário ao andamento das ações.

“A PMMS enfatiza que eventuais desvios de conduta individuais não refletem o padrão de atuação dos nossos homens e mulheres, que trabalham diuturnamente em todos os 79 municípios do estado, buscando sempre garantir a segurança da população sul-mato-grossense. Ressaltamos que a Instituição não coaduna com desvios de conduta ou procedimentos que extrapolem os limites operacionais estabelecidos em nossas doutrinas e diretrizes”, destacou.

Midiamax

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Cassilândia Urgente: Ônibus e motocicleta se envolvem em acidente no centro de Cassilândia nesta tarde de sexta-feira

Um ônibus e uma motocicleta se chocaram na esquina da Avenida Juracy Lucas e Rua Sebastião Leal no limite do centro e Vila Pernambuco, em Cassilândia, nesta tarde de sexta-feira, 29 de maio, por volta das 16h.

De acordo com informações, a moto foi atingida pelo ônibus que virou para sair da Avenida Juracy Lucas e subir a Rua Sebastião Leal no sentido da Vila Pernambuco.

Felizmente não houve feridos, conforme relato de um morador.

Confira imagens feitas pelo Cassilândia Urgente.

Fotos: Pablo Alvarenga

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Cassilândia Urgente: A Prefeitura de Cassilândia está sem dinheiro? A reforma do paço municipal está atrasada e o pagamento de servidores não saiu hoje

Essa é a grande dúvida em Cassilândia: como está a “saúde” financeira da Prefeitura Municipal?

Hoje, sexta-feira, 29 de maio, último dia útil do mês, a Câmara de Vereadores, presidida por Leandro Souza, pagou o salário dos servidores do Legislativo, o que, de acordo com informações, não ocorreu com os trabalhadores da Prefeitura de Cassilândia.

Alguns servidores municipais entraram em contato com o Cassilândia Urgente informando que o dinheiro não foi depositado na conta, como é de praxe, receber o salário no último dia útil de cada mês.

Eles disseram que a promessa é de que o pagamento será feito na próxima terça-feira, dia 2 de junho.

Um servidor municipal afirmou que “pelo jeito o nosso salário será pago com o primeiro repasse do mês subsequente, uma barrigada”.

OBRA ATRASADA

A reforma da sede da Prefeitura Municipal começou no dia 28 de maio do ano passado e deveria estar concluída no dia 15 de maio passado, conforme a placa de publicidade colocada na frente do prédio, mas o serviço não ficou pronto nem se sabe quando ficará, afinal não há sinais de homens trabalhando na obra.

Enquanto isso, a Prefeitura funciona provisoriamente no prédio do antigo Banco Santander, na Rua Amin José, onerando ainda mais o combalido caixa municipal.

Muitos cassilandenses estão indignados diante de uma gestão pública que esbanja ao promover festas com artistas famosos enquanto negligencia em serviços essenciais como saúde e educação, a exemplo da falta de atendimento e até do atraso na entrega dos prometidos uniformes escolares para parte dos alunos da rede municipal quase no meio do ano letivo.

Com a palavra quem interessar possa.

Confira as imagens festas agora à tarde pela reportagem.

Reforma paralisada um ano depois de iniciada

Sede provisória da Prefeitura em prédio alugado

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Pais fazem alerta após suspeita de homem armado em escola

Comunicado teria sido enviado aos pais pelo WhatsApp. (Foto: Reprodução)

Pais de alunos de uma escola da Rede Estadual de Ensino repassam alerta de tentativa de invasão à instituição, localizada em Corumbá — cidade no oeste do Estado, a 430 quilômetros de Campo Grande. Segundo relatos, um homem armado teria tentado invadir o colégio nesta sexta-feira (29).

“Imagina o meu desespero ao receber uma mensagem dessa. Minha filha me ligou desesperada para que eu fosse buscá-la, porque tentaram entrar na escola com arma”, relata a mãe, que prefere não se identificar.

Conforme as informações, algumas crianças ignoraram os primeiros avisos imaginando que se tratava de um trote. “Hoje teria um trote dos alunos do 3º ano, então, algumas crianças da escola, no começo, não estavam acreditando”, afirma.

O comunicado supostamente enviado pela direção aos pais diz que as polícias Civil e Militar foram acionadas. A direção também teria solicitado que os pais e responsáveis que não pudessem buscar os alunos avisassem para que eles fossem colocados em um ônibus em segurança.

A reportagem do Midiamax acionou a SED (Secretaria de Estado de Educação), a Polícia Militar e a Polícia Civil para obter mais informações sobre o caso, mas não recebeu retorno. O espaço segue aberto para as manifestações.

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Enem 2026: inscrições vão até 5 de junho

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Falta uma semana para terminar o prazo de inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2026. Os interessados devem se inscrever até a próxima sexta-feira, 5 de junho, na Página do Participante.

A inscrição no Enem 2026 é automática para os que estão terminando o ensino médio em escolas públicas. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar a participação no sistema de inscrição, escolher a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), os alunos que tiveram aprovado o pedido de isenção da taxa de inscrição também precisam confirmar a participação no exame na Página do Participante.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85. O pagamento da taxa deve ser feito entre 25 de maio e 10 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários. A inscrição só será confirmada após o processamento do pagamento da taxa de inscrição.
Mais locais de provas

A aplicação das provas do Enem está agendada para os domingos 8 e 15 de novembro. Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Ensino superior

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que tenham convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

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Jovem encontrado morto teria envolvimento na execução de ex-secretário

Richar David Rivarola Núñez, encontrado morto ao lado da motocicleta carbonizada; Fotos: Reprodução Ponta Porã News

Richard David Rivarola Núñez,  de 28 anos, encontrado morto na área rural de Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã, teria participado da execução do ex-secretário de Assuntos Indígenas da província de Amambay, Eulalio Aquino Fleitas, na sexta-feira passada (22).

Perícias e imagens de câmeras de segurança identificaram que Richard conduzia a motocicleta no momento do crime. O autor dos disparos seria César Ramón López Jiménez, de 33 anos.

César é considerado um criminoso de alta periculosidade e tem extensa ficha criminal. Ele já havia sido alvo de operações policiais anteriores e possuía mandado de prisão em aberto por diversos crimes graves, conforme apuração do site local Ponta Porã News.

Autoridades paraguaias acreditam que o próprio César Ramón tenha assassinado Richard após terem matado Eulaulio. O assassinato pode ter sido motivado por um desacordo financeiro relacionado ao crime por encomenda, ou pela intenção de César de ficar sozinho com o dinheiro recebido pela execução do ex-secretário.

César aguarda o julgamento e os peritos trabalham para reconstruir toda a dinâmica dos crimes e identificar outros possíveis envolvidos.
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Lavagem de dinheiro: operação contra Rabicó do CV prende um

Antônio Ilário Ferreira é um dos traficantes de drogas mais antigos e procurados. (Reprodução/Disque Denúncia)

Suspeita de participação em organização criminosa voltada à lavagem de capitais oriundos do tráfico de drogas, uma mulher de 33 anos foi presa nesta sexta-feira (29), em Campo Grande. A prisão ocorre como parte da Operação Contenção, deflagrada no Rio de Janeiro com mandados cumpridos em Mato Grosso do Sul.

As ações ocorrem especialmente na região do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ), onde a equipe policial está desde as primeiras horas da manhã para cumprimento dos mandados. Dezessete investigados foram presos suspeitos de integrar um grupo que movimentou mais de R$ 453 milhões.

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava empresas de reciclagem, comércio de sucatas, contas bancárias de passagem, emissão de notas fiscais fraudulentas e intensa movimentação financeira entre empresas para dar aparência de legalidade aos recursos ilícitos.

A operação possui abrangência interestadual, com alvos localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Maranhão.

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Gigante da celulose ameaça levar megaprojeto de R$ 27 bilhões para o Paraguai

Impasse judicial envolvendo licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul coloca em risco um dos maiores investimentos industriais do setor florestal brasileiro; Chilena CMPC cita “falta de previsibilidade” e já avalia o Paraguai como alternativa para projeto de celulose;

O Brasil pode perder um dos maiores investimentos privados previstos para a indústria de base florestal nos próximos anos. A chilena CMPC, uma das gigantes globais do setor de celulose, admitiu publicamente que avalia transferir para o Paraguai o chamado Projeto Natureza — uma megafábrica estimada entre R$ 25 bilhões e R$ 27 bilhões — caso o impasse envolvendo o licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul não seja resolvido até o fim de 2026.

O ponto central é que, para a economia, a sinalização acende um alerta que vai muito além do setor de celulose. O episódio recoloca no centro do debate um problema histórico apontado por investidores da indústria pesada, do agro e da infraestrutura: a lentidão regulatória, a insegurança jurídica e os conflitos institucionais que acabam travando projetos bilionários no Brasil.

O caso ganhou repercussão porque envolve um investimento estratégico, com capacidade prevista de produzir 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano em Barra do Ribeiro (RS), além da possibilidade de um terminal próprio no Porto de Rio Grande para escoamento da produção.

Mas, nos bastidores, executivos do setor enxergam algo ainda mais relevante: a disputa entre competitividade regional e burocracia brasileira em um momento em que a América do Sul vive uma corrida global por investimentos ligados à bioeconomia, papel, celulose, madeira plantada e exportação de commodities industriais.

Paraguai entra no radar como concorrente direto do Brasil A fala do diretor-geral da CMPC no Brasil, Antonio Lacerda, repercutiu fortemente porque expõe uma mudança de lógica no mapa industrial sul-americano. Durante anos, o Brasil foi visto como destino natural para megaprojetos de celulose por reunir clima favorável, produtividade florestal elevada e ampla disponibilidade de terras para eucalipto.

Agora, porém, países vizinhos começam a avançar justamente em pontos onde o Brasil enfrenta críticas frequentes: previsibilidade regulatória, velocidade de licenciamento e segurança jurídica.

Segundo o executivo, se não houver definição até o final deste ano, o projeto pode perder prioridade junto aos fornecedores globais de tecnologia, atrasando entre dois e três anos.

A frase que mais repercutiu no mercado foi direta: o Paraguai teria “madeira e previsibilidade jurídica”.

Nos últimos anos, o Paraguai passou a atrair atenção crescente de investidores ligados ao agronegócio, energia e indústria de transformação. Custos operacionais mais baixos, incentivos fiscais e processos regulatórios mais rápidos têm sido usados como diferenciais competitivos para captar capital estrangeiro.

Embora o país ainda esteja distante da estrutura logística brasileira, a simples possibilidade de uma companhia desse porte estudar uma migração já é interpretada como um sinal importante para o ambiente de negócios regional.

O que trava o projeto da CMPC

O principal impasse está ligado a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que questiona o processo de licenciamento ambiental da nova planta industrial.

A discussão gira em torno da necessidade de realização da Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) junto a comunidades indígenas, quilombolas e pescadores potencialmente impactados pelo empreendimento.

A exigência é baseada em normas internacionais relacionadas aos direitos de populações tradicionais, especialmente a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), frequentemente utilizada em grandes projetos de mineração, energia e infraestrutura.

A CMPC, por sua vez, sustenta que a ampliação das exigências cria um cenário de insegurança que inviabiliza o cronograma industrial. O executivo da companhia classificou o cenário como um “imbróglio jurídico gigantesco”.

Nos bastidores do setor florestal, o receio é que o caso se transforme em precedente para novos entraves envolvendo projetos industriais de larga escala.

Brasil corre risco de perder protagonismo industrial?

O episódio envolvendo a CMPC acontece em um momento em que o Brasil tenta ampliar sua imagem global como potência da bioeconomia e líder em produção sustentável.

O setor de celulose costuma ser apresentado como uma das vitrines desse posicionamento, sobretudo pela forte presença de florestas plantadas, manejo certificado e baixa dependência de florestas nativas.

Entretanto, investidores internacionais acompanham com atenção o ambiente regulatório brasileiro. Em muitos casos, a velocidade de aprovação de projetos passou a ter peso semelhante ao custo operacional ou disponibilidade de matéria-prima.

Se a transferência para o Paraguai realmente avançar, o impacto poderá ser simbólico e econômico: perda potencial de empregos, arrecadação, movimentação logística e fortalecimento de um concorrente regional em uma cadeia estratégica para o agronegócio e a indústria exportadora.

Mais do que um caso isolado, o Projeto Natureza virou um retrato do dilema brasileiro entre desenvolvimento industrial, proteção ambiental e capacidade de execução. E, neste momento, o mercado observa atentamente qual dessas forças terá mais peso na decisão final da companhia.

Compre Rural / Thiago Pereira

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Dívida de R$ 12 mil vira R$ 788 mil e cliente denuncia Nubank

A dívida do cartão de crédito de um morador do Distrito Federal chegou a R$ 788 mil quatro anos após o início do débito com o Nubank. O valor inicial era de R$ 12 mil, referente a um cartão de crédito do banco. Com os juros, a quantia aumentou cerca de 65 vezes.

Dívida de R$ 12 mil vira R$ 788 mil e cliente denuncia Nubank - destaque galeria

Na notificação enviada ao Nubank, a pasta questionou quais são as taxas atualmente praticadas no crédito rotativo do cartão de crédito; qual a fórmula de cálculo utilizada para os juros do crédito rotativo; entre outras indagações.

Em 2026, a Secretaria do Consumidor recebeu 77 reclamações contra a instituição; em todo o ano de 2025, foram 211 registros.

Procurado, o Nubank se pronunciou por meio de nota.

Veja a íntegra:

O Nubank reforça ainda que mantém iniciativas contínuas de educação financeira voltadas aos clientes, que vão desde conteúdos em canais próprios até funcionalidades educativas incorporadas aos produtos, sempre com foco em prevenção ao endividamento, inclusão financeira e segurança digital.”

Isadora Teixeira Samara Schwingel  metrópoles

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Troca de tiros termina com um suspeito morto e outro ferido

Confronto terminou com suspeito morto e outro ferido – Crédito: Divulgação/PCMS

Troca de tiros registrada na noite de quinta-feira (28/5) terminou na morte de uma pessoa e deixou outra ferida em Coxim, na região Norte do Estado. O confronto envolveu policiais militares do Batalhão de Choque da Polícia Militar e os suspeitos, que estavam em uma motocicleta.

José Inácio da Silva, 34, morreu no hospital e o comparsa, de 29 anos, foi baleado no pescoço, tentou fugir para o quartel do Corpo de Bombeiros e acabou preso.

A abordagem ocorreu por volta das 21h30, na Rua Marechal Rondon. As equipes receberam uma denúncia sobre transação de drogas em frente a um imóvel. No endereço indicado, os policiais flagraram dois suspeitos em uma motocicleta Yamaha Factor.

Ao notar a aproximação das viaturas, José Inácio desceu da moto e tentou correr para o interior da residência, atirando contra os militares. A equipe revidou e o atingiu. Ele foi desarmado e socorrido pelos próprios policiais até o Hospital Regional de Coxim, mas não resistiu aos ferimentos, segundo o Campo Grande News.

Enquanto isso, o condutor da motocicleta, de 29 anos, sacou outro revólver e também apontou para os policiais. Ele foi baleado, mas conseguiu arrancar com o veículo e fugir. Durante o cerco, parte da equipe localizou o suspeito ferido dentro das dependências do Corpo de Bombeiros, onde ele havia entrado para pedir socorro médico.

O rapaz foi levado ao hospital local sob custódia e, devido à gravidade da lesão, acabou transferido para Campo Grande para passar por cirurgia.

No local, ainda conforme o Campo Grande News, a Perícia Técnica e a Polícia Civil apreenderam dois revólveres calibre .32, 10 munições do mesmo calibre, um celular e 10 tabletes de maconha, que pesaram aproximadamente 10 quilos. A motocicleta também foi recolhida. Segundo a PM, a apreensão gerou um prejuízo estimado em R$ 45 mil ao crime organizado.

O suspeito baleado recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, organização criminosa, resistência, desobediência e homicídio simples na forma tentada. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Coxim.

Dourados News

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Dupla suspeita de executar adolescente é detida e encaminhada à delegacia

Adolescente foi morto dentro da residência – Crédito: Dourados News

Dois suspeitos apontados como responsáveis pela morte do adolescente Samuel Henrique de Jesus Cordeiro, de 16 anos, conhecido como “PK”, estão sendo encaminhados para a delegacia na tarde desta quinta-feira (28), em Dourados. As informações foram confirmadas pelo delegado do SIG (Setor de Investigações Gerais), Lucas Albe Veppo.

Segundo o delegado, um adolescente de 15 anos e um jovem de 18 anos foram identificados durante as investigações como autores do homicídio ocorrido no último final de semana no Jardim Pantanal.

Conforme Lucas Albe Veppo, durante diligências realizadas nesta quinta-feira, os investigadores localizaram com os suspeitos a arma de fogo utilizada no crime, além da motocicleta usada na ação criminosa, que seria produto de furto.

Ainda de acordo com a polícia, a dupla também estava em posse de aproximadamente 1,5 quilo de maconha e 100 gramas de haxixe. Os envolvidos foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação, posse de arma de fogo e tráfico de drogas.

Caso

O crime aconteceu na noite de domingo (24), na Rua Monte Alegre, no Jardim Pantanal. Samuel foi executado a tiros dentro da própria residência.

Segundo o boletim de ocorrência, familiares relataram que o adolescente havia saído da casa enquanto os demais moradores já dormiam. Pouco depois, foram ouvidos vários disparos e um grito da vítima.

Conforme informado pelo Dourados News, mesmo baleado, Samuel ainda tentou correr para dentro do imóvel para escapar dos atiradores. Um dos autores invadiu a residência e efetuou novos tiros contra o adolescente, que caiu em um dos quartos da casa e morreu antes da chegada do socorro.

A mãe da vítima contou à polícia que ouviu cerca de três disparos e, em seguida, encontrou o filho caído dentro da residência. Ela também relatou ter escutado o barulho de uma motocicleta deixando o local logo após o crime.

O Samu foi acionado, mas apenas constatou o óbito.

Testemunhas disseram aos investigadores que dois homens chegaram ao local em uma motocicleta vermelha.

Dourados News

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Homem que matou esposa asfixiada é condenado a 30 anos de prisão

Homem foi condenado a 30 anos pela morte da esposa em Anastácio – Crédito: A Princesinha News

O Tribunal do Júri da comarca de Anastácio condenou na quarta-feira (27/5), o professor Edson Campos Delgado, a 30 anos de reclusão em regime inicial fechado, pelo crime de feminicídio qualificado, além de pena adicional por fraude processual. O caso, que envolveu o assassinato da esposa Leise Aparecida Cruz, 40, no dia 6 de março, no mesmo município.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença, por maioria de votos, reconheceu a materialidade e a autoria dos crimes, afastou as teses da defesa e decidiu pela condenação do réu nos termos da pronúncia. A sessão do Tribunal do Júri ficou completamente lotada, sendo acompanhada por familiares, amigos e moradores da região.

O Promotor de Justiça Marcos Martins Britto sustentou a acusação em plenário e requereu a condenação, o que foi acolhido pelos jurados. Na dosimetria, a pena-base foi fixada em 20 anos de reclusão. Em seguida, foram consideradas a agravante de motivo torpe e a atenuante da confissão espontânea, que se compensaram.

Na fase final, contudo, a pena foi elevada em metade, em razão das circunstâncias do crime: cometido contra mãe de criança, na presença de descendente, com uso de asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima, resultando na condenação definitiva de 30 anos de reclusão.

Além do feminicídio, o réu também foi condenado por fraude processual (artigo 347 do Código Penal), por ter tentado interferir nos elementos da investigação, com pena fixada em 6 meses de detenção e 20 dias-multa.

A decisão judicial determinou que o condenado permaneça preso, sem direito de recorrer em liberdade, e cumpra a pena em regime inicial fechado. O magistrado destacou a gravidade do crime, o abalo causado à comunidade de Anastácio e o risco à ordem pública, ressaltando, ainda, o entendimento de que, em condenações pelo Tribunal do Júri, o cumprimento da pena deve ocorrer de forma imediata.

A sentença também fixou indenização mínima de R$ 50 mil à família da vítima, com abatimento de valores já depositados, além de declarar a perda do poder familiar pelo réu, com base na legislação penal, civil e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Dourados News

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Homem é preso com faca e droga após tentar arrastar crianças na frente de escola

Delegacia de Polícia Civil de Miranda. (Foto: Arquivo Midiamax

Um homem, de 45 anos, foi preso após tentar arrastar cinco crianças na frente da escola onde elas estudam. O caso aconteceu em Miranda — cidade na região oeste do Estado, a 208 quilômetros de Campo Grande. O suspeito estava com uma faca e pasta base de cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, as vítimas são dois alunos do 3º ano do ensino fundamental, além de outros estudantes do 6º, do 8º ano e do 9º ano. As crianças estavam chegando à escola quando foram surpreendidas pelo suspeito.

A Polícia Militar foi acionada pelo diretor da instituição de ensino. Ele informou que um homem, armado com faca, teria tentado arrastar alguns alunos à força. A denúncia também foi realizada por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

O suspeito foi contido por um professor e por outra testemunha. Eles presenciaram o momento em que o homem tentou puxar os alunos e o detiveram até a chegada do Corpo de Bombeiros.

Quando a Polícia Militar chegou, o homem estava transtornado. Questionado sobre o motivo pelo qual ele tentou arrastar as crianças, ele afirmou que havia pessoas o perseguindo para matá-lo e que estava tentando se defender.

O suspeito estava com uma faca de serra e uma porção de pasta-base de cocaína. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Miranda.

À reportagem do Midiamax, a SED (Secretaria de Estado de Educação) informou: “Como parte do protocolo da Rede Estadual de Ensino, os responsáveis pelos estudantes foram chamados para registro em Boletim de Ocorrência”.

Midiamax

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Prazo do Imposto de Renda termina hoje; veja como entregar rápido, sem errar.

Declaração pré-preenchida ajuda na reta final, mas dados devem ser conferidos antes do envio.

O prazo para entregar a declaração do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) 2026 termina às 23h59 desta sexta-feira (29). Quem é obrigado a declarar e perder a data terá de pagar multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido. Até o fim da tarde de ontem, a Receita Federal contabilizava 575 mil declarações entregues em Mato Grosso do Sul, das cerca de 650 mil previstas para o Estado.

Para quem deixou tudo para a última hora, o caminho mais rápido é usar a declaração pré-preenchida (clique aqui para acessar). Esse modelo puxa automaticamente informações que já chegaram à Receita Federal, como rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas, dados de renda variável e informações sobre empregados domésticos.

Mas o contribuinte não deve apenas abrir o sistema e apertar “enviar”. A declaração pré-preenchida ajuda, mas não garante que tudo esteja correto. A própria Receita orienta que os dados sejam conferidos e corrigidos quando houver divergência. Em caso de erro, omissão ou valor incompatível, a declaração pode cair na malha fina.

Malha fina é quando a Receita separa a declaração para uma análise mais detalhada porque encontrou alguma inconsistência. Isso pode acontecer, por exemplo, quando o contribuinte informa um valor diferente daquele declarado por uma empresa, banco, plano de saúde, escola ou prestador de serviço.

A declaração pode ser enviada pelo PGD (Programa Gerador da Declaração), instalado no computador, pelo aplicativo da Receita Federal ou pelo e-CAC, sistema online de atendimento ao contribuinte. Para acessar a versão pré-preenchida, é preciso ter conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.

É obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025. Também precisa prestar contas quem recebeu mais de R$ 200 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, tinha bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2025, fez operações na Bolsa acima de R$ 40 mil, teve ganho de capital ou receita rural superior a R$ 177.920.

Na reta final, a prioridade deve ser conferir os dados principais: informes de rendimento, salários, aposentadorias, aluguéis, contas bancárias, investimentos, bens, financiamentos, dívidas, despesas médicas, gastos com educação, dependentes e previdência. Tudo que for informado precisa ter comprovante guardado.

Se não der tempo de reunir todos os documentos, a orientação de especialistas é enviar a declaração dentro do prazo, mesmo incompleta, e corrigir depois por meio de uma declaração retificadora. A retificação serve para ajustar, excluir ou acrescentar informações após o envio original, sem pagar multa por atraso.

Outro ponto que exige atenção é a escolha do modelo de tributação. O prazo para trocar entre desconto simplificado e deduções legais também termina nesta sexta-feira. No desconto simplificado, a Receita aplica um abatimento padrão. Nas deduções legais, o contribuinte informa despesas que podem reduzir o imposto, como saúde, educação, dependentes e previdência, desde que tenha comprovantes.

Quem é obrigado a declarar e não envia o documento pode ficar com o CPF marcado como pendente de regularização. Na prática, isso pode atrapalhar acesso a crédito, emissão de documentos e outros serviços que exigem situação regular.

Também nesta sexta-feira, a Receita paga o primeiro lote da restituição do Imposto de Renda 2026. A restituição é o dinheiro devolvido quando o contribuinte pagou mais imposto do que deveria ao longo do ano. O calendário deste ano prevê quatro lotes: 29 de maio, 30 de junho, 31 de julho e 31 de agosto.

Campo Grande News

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Copa dos Servidores movimenta Ginásio de Esportes com emoção, integração e grandes jogos em Cassilândia

A primeira fase da Copa dos Servidores agitou o Ginásio de Esportes de Cassilândia nos dias 25, 26 e 27 de maio, reunindo servidores municipais em uma grande celebração do esporte, da integração e da confraternização entre as secretarias.

Com partidas marcadas por muita emoção, gols e espírito esportivo, o campeonato proporcionou momentos de diversão e união entre os participantes e o público presente. Cada rodada trouxe disputas intensas e uma energia diferente dentro de quadra, fortalecendo ainda mais a interação entre os servidores municipais.

Na primeira rodada, a SEINFRA venceu a SEMED pelo placar de 8 a 1, enquanto a SETESC superou a equipe da SEFIN/SEAP por 4 a 2. Já na segunda rodada, a equipe SASSP/SEDEMA derrotou a SEMED por 2 a 0, e a SEFIN/SEAP venceu a SMS por 4 a 1.

Encerrando a fase classificatória, a terceira rodada contou com uma grande atuação da SEINFRA, que venceu a SASSP/SEDEMA por 14 a 1. Em outro confronto bastante movimentado, a SETESC garantiu a vitória sobre a SMS pelo placar de 9 a 1.

Além das grandes partidas, a competição também já destaca os principais artilheiros da Copa dos Servidores. Entre eles estão Celino da Silva (Buiu) e Luan Queiroz, ambos da SEINFRA, com sete gols.

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Irmãos encontrados com família suspeita de adoção ilegal relataram que eram agredidos quando pediam comida, diz polícia

Quatro pessoas da mesma família são presas suspeitas de tráfico de crianças em Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Médica que realizou exame de corpo de delito informou que algumas das crianças contaram sobre as agressões, que serão confirmadas após escuta especializada. Polícia investiga se houve abuso físico, sexual ou psicológico.

Alguns dos irmãos que foram encontrados com uma família suspeita de adoção ilegal em Serranópolis, região sudoeste de Goiás, disseram que eram agredidos quando pediam comida, segundo o delegado Marlon Souza Luz. As meninas gêmeas, de 9 anos, e o irmão delas, de 11, foram encontrados com a família de um homem apontado pela polícia como chefe do tráfico de drogas na região.

Em nota, a defesa informou que as informações ainda estão pendentes de confirmação técnica e judicial e há interpretações formuladas em momento inicial da investigação, circunstância que exige cautela na divulgação pública dos fatos, com as garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e, sobretudo, da presunção de inocência (veja a nota ao fim do texto).

As crianças estavam em casas separadas e foram resgatadas pela Polícia Civil no dia 22 de maio, durante o cumprimento de mandado de prisão por tráfico de drogas em uma fazenda.

Durante o exame de corpo de delito, após o resgate, algumas das crianças teriam relatado para a médica que sofriam agressões, mas a polícia ainda ouvirá a profissional formalmente para confirmar a informaçaõ.

“Elas teriam reportado que vinham sofrendo algumas agressões físicas, principalmente quando pediram algum tipo de alimentação ou faziam alguma reclamação quanto à presença delas na residência”, pontuou o investigador.

 

Segundo o delegado, a polícia vai solicitar a escuta especializada dos irmãos, com psicólogos, para entender se houve algum tipo de abuso físico, sexual ou psicológico em relação a eles.

Ainda de acordo com Marlon, mesmo que os laudos não mostrem lesões, a depender do que as crianças disserem na escuta especializada, o crime de maus tratos ainda pode ser caracterizado. As crianças foram encaminhadas para um abrigo na cidade de Jataí, segundo a Polícia Civil.

Quatro pessoas da mesma família são presas suspeitas de tráfico de crianças em Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Quatro pessoas da mesma família são presas suspeitas de tráfico de crianças em Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Adoção ilegal

As três crianças estavam há 15 dias com essa família. Primeiro, uma das gêmeas foi encontrada na casa do suspeito de tráfico de drogas, com ele e sua esposa, que não souberam explicar a origem da criança, segundo a polícia.

“A gente achou essa criança, de 9 anos, a primeira das três. Vimos que ela estava bastante assustada, acanhada, sem falar, não conseguia explicar nada a respeito do vínculo dela com aquele casal”, disse o delegado.

 

Depois de cumprir o mandado contra o homem, a polícia descobriu que os irmãos da menina estavam na casa dos pais do suspeito, na região urbana da cidade.

De acordo com as investigações, a família teria se aproveitado da vulnerabilidade da mãe das crianças, que é usuária de drogas, para “acolher e alojar os irmãos para adoção ilegal”.

Os suspeitos alegaram que pegaram as crianças para ajudar a mãe, que disse que entregou as crianças, mas segundo a polícia, parecia coagida quando foi ouvida. Segundo o delegado, o homem que foi preso por suspeita de tráfico já havia espancado a mãe das crianças, aparentemente por dívida de drogas.

“A gente precisa entender se houve uma ameaça, uma coação ou uma troca diante das dívidas que a usuária tinha com o traficante”, afirmou o investigador.

 

Segundo a polícia, o casal que estava com as duas crianças na região urbana tinha as certidões de nascimento das crianças. Entretanto, não apresentou qualquer outro documento que indicasse a intenção de adoção legal e já tem histórico de outras adoções, que serão investigadas.

“Eles não seguiram nenhum trâmite legal, não envolveram nenhum órgão. Não é uma entrega voluntária também, pois a condição de vulnerabilidade já desqualificaria essa entrega dela [da mãe]”, explicou o delegado sobre a caracterização do crime.

De acordo com Marlon Souza, as prisões em flagrante foram convertidas em preventivas após audiência de custódia.

Nota da defesa

 

“A narrativa veiculada em reportagem recentemente divulgada apresenta informações ainda pendentes de confirmação técnica e judicial, bem como interpretações formuladas em momento inicial da investigação, circunstância que exige cautela na divulgação pública dos fatos, com as garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e, sobretudo, da presunção de inocência.

É imprescindível destacar que os fatos seguem sob investigação, inexistindo qualquer sentença penal condenatória ou conclusão definitiva do inquérito. Assim, qualquer tentativa de atribuir culpa antecipadamente aos investigados configura afronta direta ao artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal.”

Por Letícia Fiuza, g1 Goiás

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Morto em acidente entre moto e van tinha 17 anos

Carlos Eduardo Gonçalves Klagenberg

O motociclista morto na manhã desta quinta-feira (28/5) após colidir contra uma van na MS-164, em Maracaju, foi identificado como Carlos Eduardo Gonçalves Klagenberg, 17. O adolescente seguia para o trabalho no momento do acidente.

O jovem seguia no sentido Vista Alegre/Maracaju, sob condições climáticas adversas. Conforme apuração local, uma neblina reduzia significativamente a visibilidade dos motoristas na pista.

De acordo com o Midiamax, o adolescente teria invadido a pista contrária ao tentar acessar a entrada de uma fazenda, localizada às margens da rodovia.

Contudo, durante a manobra, colidiu frontalmente contra uma van da Secretaria Municipal de Saúde de Maracaju.

Com a força do impacto, ele sofreu ferimentos gravíssimos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. Ainda não há informações sobre possíveis vítimas da van.

Dourados News

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EUA classificam PCC e CV como organizações terroristas

Donald Trump durante pronunciamento na TV

Presidente Donald Trump / Freepik

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (28/5), que classificará as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

A medida faz parte da estratégia do governo do presidente Donald Trump de endurecer o combate ao crime organizado internacional e ampliar sanções contra grupos ligados ao narcotráfico.

Segundo o Departamento de Estado, as duas facções serão oficialmente incluídas na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) na próxima sexta-feira, 5 de junho.

Em comunicado, o governo do presidente Donald Trump afirmou que PCC e CV estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e acusou os grupos de comandarem ataques contra policiais, servidores públicos e civis.

Segundo o Departamento de Estado, as redes das facções “se estendem muito além das fronteiras do Brasil” e afetam diretamente a segurança dos Estados Unidos.

“O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos”, afirmou a pasta.

O chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, classificou as facções como as organizações criminosas “mais violentas” do Brasil e que a atuação dos grupos se estende por toda a região.

O governo norte-americano incluiu as facções brasileiras em duas listas: a de “organizações terroristas estrangeiras” e a de “terroristas globais especialmente designados”.

Embora as duas designações frequentemente sejam aplicadas aos mesmos grupos, os enquadramentos como Organização Terrorista Estrangeira (FTO, na sigla em inglês) e Terrorista Global Especialmente Designado (SDGT) possuem diferenças jurídicas e operacionais dentro da legislação norte-americana.

Pedido de Flávio Bolsonaro

O anúncio ocorre um dia após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) revelar que pediu pessoalmente a Trump que classificasse as facções brasileiras como organizações terroristas. O encontro entre os dois ocorreu no Salão Oval da Casa Branca.

“Enquanto o Lula vai de joelhos, rastejando para implorar ao presidente americano Trump que não declare organizações criminosas como CV e PCC como terroristas, eu faço o contrário”, declarou Flávio.

Metrópoles

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Acidente envolvendo carro e motocicleta mata rapaz antes de socorro chegar

Motociclista caiu na calçada após batida e morreu antes do socorro chegar (Foto: Bruna Marques)

Um rapaz de 27 anos identificado como Tarcisio Barboza Vila Nova morreu na madrugada desta quinta-feira (28) após uma colisão envolvendo a moto que pilotava e um Ford Ecosport, no Bairro Montevidéu, em Campo Grande. O acidente aconteceu no cruzamento da Avenida Ana Rosa Castilho Ocampo, no cruzamento com a Rua Itaíba.

Conforme as informações iniciais, a Polícia Militar (PM) foi acionada às 4h36 e, quando chegou ao local, a vítima já estava morta. O Corpo de Bombeiros também foi chamado e constatou o óbito.

Após a colisão, a vítima caiu na calçada, enquanto a motocicleta parou rente ao meio-fio. Com o impacto, o capacete se soltou e ele sofreu um ferimento grave na cabeça, o que fez com que morresse antes mesmo de o socorro chegar.

O motorista do Ecosport permaneceu no local da batida e foi o responsável por acionar o socorro. Em relato aos policiais, ele informou que estava a caminho do trabalho quando houve a colisão. Ele seguia pela avenida principal e a moto trafegava pela Rua Itaíba.

Ainda conforme a PM, o condutor do automóvel está com os documentos do veículo e a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) regulares, além de não apresentar sinais visíveis de embriaguez. Ele passará pelo teste do bafômetro, procedimento que é considerado de praxe em acidentes com vítima fatal.

Ao Campo Grande News, o motorista do Ecosport relatou que foi um susto muito grande e que tudo aconteceu muito rápido. “Eu nem vi que era moto, não vi mesmo. Achei que tinha atravessado um cachorro. Foi muito rápido, ele atravessou na minha frente e eu só vi o reflexo da luz do farol, aí veio a pancada na frente do carro”,  Alcindo Adir Sembranel, de 58 anos.

Ele seguia pela Avenida Ana Rosa Castilho Ocampo a caminho do trabalho quando a colisão aconteceu. Após a batida, o motorista desceu do veículo sem entender o que havia atingido. Ao notar a motocicleta com as luzes piscando e a gravidade da situação, ele contou que ligou primeiro para o patrão para saber como agir, sendo orientado a acionar o socorro imediatamente.

“Eles pediam o nome da rua e eu não sabia. Aí passou um motoqueiro, chamei ele para me auxiliar. A atendente mandou entrar em um campo de localização [no celular], apareceu o nome da rua e passamos”, explicou Alcindo.

Durante o atendimento telefônico, o motorista chegou a se aproximar da vítima para checar os sinais vitais, seguindo instruções da corporação. “Ela mandou ver a pulsação, mas infelizmente não tinha mais. Uma fatalidade. Eu nunca pensei que isso ia acontecer comigo, penso na família dele”, lamentou o condutor.

Campo Grande News

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Mais dois são presos por amarrar e cortar pescoço de serralheiro em assalto

Vítima ficou ferida após ser atacada por criminosos (Foto: Direto das Ruas)

A DERF (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos) prendeu, nesta quinta-feira (28), mais dois suspeitos de participação na tentativa de latrocínio contra um serralheiro de 36 anos, amarrado, espancado e esfaqueado dentro da própria casa no Jardim Columbia, em Campo Grande.

Os nomes dos presos, de 22 e 23 anos, não foram divulgados pela Polícia Civil. Conforme a investigação, eles fazem parte do grupo responsável pelo ataque ocorrido na madrugada do dia 21 de março.

O caso já havia levado à prisão de Matheus Espírito Santo da Silva, de 23 anos, preso pela DERF no início do mês. Segundo a especializada, ele confessou participação no crime e apontou os outros envolvidos no assalto.

Na noite do ataque, o serralheiro tinha acabado de chegar em casa após sair de uma tabacaria da região quando foi surpreendido pelos criminosos, que invadiram o imóvel.

As investigações apontam que os suspeitos arrombaram a porta da residência, renderam a vítima e a amarraram com fios de extensão e cordões. Em seguida, cobriram o rosto do homem com uma camiseta e passaram a exigir dinheiro e senhas bancárias.

Durante o assalto, o serralheiro foi espancado com chutes e atingido por golpes de faca no rosto, pescoço e ombro. Mesmo ferido e com as mãos amarradas, conseguiu se arrastar até o quintal da casa para pedir ajuda a um vizinho. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

Conforme a DERF, os cartões roubados da vítima foram usados pouco tempo depois do crime em uma lanchonete próxima ao local. Testemunhas relataram que os suspeitos passaram a comprar bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos usando pagamento por aproximação.

Além dos reconhecimentos fotográficos, imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia ajudaram a confirmar a participação dos investigados.

Segundo a investigação, houve divisão de tarefas durante o ataque. Um dos envolvidos seria o responsável pelas facadas, enquanto outro ajudava na contenção e amarração da vítima.

As prisões preventivas foram decretadas pela Justiça devido à violência empregada no crime e à gravidade do caso.

Campo Grande News

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Família contesta versão da Polícia sobre suposto tráfico de crianças

Polícia Civil em conjunto com o Genarc de Jataí.

Uma operação realizada no início desta semana pela Polícia Civil, em conjunto com o Genarc de Jataí, na cidade de Serranópolis, resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de envolvimento em um suposto esquema de tráfico de crianças. O caso ganhou grande repercussão regional e nacional, causando forte impacto entre os moradores do município.

Os investigados são pessoas conhecidas na cidade, incluindo coordenadores e responsáveis por um projeto social denominado “Bom Samaritano”, que atua com ações de apoio a famílias carentes. A situação gerou surpresa e dividiu opiniões entre a população local.

Após a divulgação das prisões, familiares dos acusados passaram a utilizar as redes sociais para contestar a versão apresentada pelas autoridades. Em vídeos publicados na internet, eles afirmam que não houve qualquer prática de tráfico infantil e defendem a inocência dos envolvidos.

Em um dos depoimentos divulgados, a filha de um dos casais presos pede que a população acompanhe os vídeos até o final e afirma que a família sempre esteve envolvida em ações sociais e solidárias no município.

Segundo ela, os pais são conhecidos pelo trabalho desenvolvido junto à comunidade por meio do projeto “Bom Samaritano”, que presta assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Já em outro vídeo, a mãe das crianças também se manifesta publicamente, alegando que não houve tráfico infantil e apresentando sua versão dos fatos. Os familiares pedem apoio da população e afirmam acreditar que a verdade será esclarecida durante o andamento das investigações.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar todas as circunstâncias envolvendo a denúncia e as prisões realizadas na operação. Até o momento, as autoridades não divulgaram novos detalhes sobre o andamento do inquérito.

O Correio News

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Costa Rica: Homem é encontrado morto

Celso Maldaner

Na noite desta terça-feira, moradores da Rua Um, no bairro Coab Azul, em Costa Rica, foram surpreendidos com a notícia da morte de Celso Maldaner, conhecido popularmente como “Gaúcho”. Ele residia há muitos anos no local e era bastante conhecido pela vizinhança.

Segundo informações apuradas , um amigo que costumava visitá-lo diariamente esteve na residência e estranhou o fato de Celso não responder aos chamados. Como havia um cachorro da raça pit-bull no imóvel, considerado bravo, o amigo preferiu não entrar sozinho na casa e decidiu chamar o filho da vítima para verificar a situação.

Ao retornarem ao imóvel, o filho e o amigo entraram na residência e encontraram Celso Maldaner já sem vida. Ele estava sentado, com o pescoço torto e segurando um celular nas mãos.

Ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte. A Perícia Científica esteve no local realizando os levantamentos necessários para apurar as circunstâncias do caso.

“Ele estava como sempre, sentado ali na frente da casa. Nada aparentava estar errado”, contou a moradora, vizinha sua.

Celso Maldaner deixa filhos, netos, amigos e vizinhos consternados com sua partida.

 Jornal Ms Todo Dia

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Cassilândia: Prefeitura publica demissão de servidor após conclusão de Processo Administrativo Disciplinar

ASSECOM

A Prefeitura Municipal de Cassilândia publicou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, em edição extra n. 3044, do Diário Oficial do Município, a decisão administrativa que aplicou penalidade de demissão a servidor público municipal, após regular tramitação de Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

A publicação foi feita em cumprimento ao princípio da publicidade dos atos administrativos.

Segundo a Administração Municipal, o procedimento observou integralmente o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal, culminando na aplicação da penalidade de demissão com fundamento nos arts. 172, IX, e 192, V, da Lei Complementar Municipal nº 109/2008, diante da constatação de infração disciplinar grave incompatível com o exercício da função pública.

A decisão administrativa também considerou a existência de condenação criminal definitiva relacionada aos fatos apurados, ressaltando a necessidade de preservação da moralidade administrativa, da confiança institucional e da ética no serviço público.

O prefeito de Cassilândia, Rodrigo de Freitas, reforça que a medida reafirma o compromisso da gestão com a legalidade, responsabilidade administrativa, transparência e respeito às normas que regem a Administração Pública.

A Prefeitura Municipal de Cassilândia publicou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, em edição extra n. 3044, do Diário Oficial do Município, a decisão administrativa que aplicou penalidade de demissão a servidor público municipal, após regular tramitação de Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

A publicação foi feita em cumprimento ao princípio da publicidade dos atos administrativos.

Segundo a Administração Municipal, o procedimento observou integralmente o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal, culminando na aplicação da penalidade de demissão com fundamento nos arts. 172, IX, e 192, V, da Lei Complementar Municipal nº 109/2008, diante da constatação de infração disciplinar grave incompatível com o exercício da função pública.

A decisão administrativa também considerou a existência de condenação criminal definitiva relacionada aos fatos apurados, ressaltando a necessidade de preservação da moralidade administrativa, da confiança institucional e da ética no serviço público.

O prefeito de Cassilândia, Rodrigo de Freitas, reforça que a medida reafirma o compromisso da gestão com a legalidade, responsabilidade administrativa, transparência e respeito às normas que regem a Administração Pública.

Assecom

 

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Chapadão do sul: Assassino de Vanessa Eugênia Medeiros e a filha do casal foi condenado a 67 anos

João Augusto Borges

Após 7 horas de julgamento e a derradeira tentativa da defesa de suspender o júri para que o réu passasse por perícia psiquiátrica, os jurados condenaram João Augusto Borges, de 22 anos, por matar a mulher Vanessa Eugênia Medeiros, 23, e a filha do casal, Sophie Eugênia, de apenas 10 meses. O júri fixou a pena em 67 anos e 6 meses de reclusão pelo duplo assassinato.

O crime aconteceu na noite de 26 de maio de 2025. Eram por volta de 23h quando Polícia Militar foi acionada para um incêndio em vegetação no Núcleo Industrial Indubrasil. No local, foram encontrados os corpos de Vanessa e da bebê em chamas. Segundo a investigação, as duas foram mortas horas antes e levadas até a área de mata no porta-malas do carro do acusado.

João foi preso no dia seguinte, enquanto registrava o desaparecimento das vítimas na 6ª DP (Delegacia de Polícia) da Capital. No depoimento em solo policial, ele confessou o crime e afirmou que o relacionamento já não tinha mais “química”. Pretendia se separar, mas não queria pagar pensão. “Eu cansei, sinceramente eu cansei do relacionamento e não queria pagar pensão”, declarou.

Durante o julgamento, a acusação sustentou que o crime foi premeditado e cometido em contexto de violência doméstica, pedindo a condenação por feminicídio, causa de aumento de pena. A promotora Luciana do Amaral Rabelo também destacou a tentativa do réu de simular preocupação após o crime, ao registrar o desaparecimento das vítimas e enviar mensagens a familiares.

A defesa, por outro lado, tentou convencer os jurados de que o caso deveria ser interrompido para uma avaliação psiquiátrica em João. Os advogados afirmaram que havia dúvidas sobre a capacidade mental do cliente no momento dos fatos e pediram que ele fosse submetido a exame para definir se era imputável (capaz de responder pelos crimes) ou semi-imputável.

Além disso, os defensores também contestaram a acusação de feminicídio, alegando que não havia motivação de gênero. Sustentaram que o caso deveria ser tratado como homicídio qualificado e não como duplo feminicídio.

Família das vítimas se emocionou com a condenação (Foto: Paulo Francis)
Na leitura da decisão, o juiz Aluízio Pereira dos Santos, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, destacou que o crime foi cometido com extrema frieza e planejamento. Segundo ele, houve premeditação, tentativa de ocultar a autoria e comportamento posterior do réu que indicaria ausência de remorso.

O magistrado também afirmou que João agiu após conflitos no relacionamento e que a conduta demonstrou alta reprovabilidade. Ele fixou a pena-base em 25 anos por cada homicídio, considerando fatores como planejamento, tentativa de simular o desaparecimento das vítimas e retorno do réu ao trabalho após os crimes.

Na segunda fase da dosimetria (cálculo), a pena foi reduzida devido à confissão do acusado na fase policial. Já na terceira etapa, o juiz considerou a existência de agravantes, incluindo a ocultação dos cadáveres e a tentativa de destruir os corpos ao atear fogo na área de mata.

Pelos dois homicídios e pelos crimes de ocultação de cadáver, a condenação final chegou a 67 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado. O juiz também determinou indenização mínima de R$ 10 mil para cada vítima, a título de danos morais.

Campo Grande News

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Cassilândia: Casa para aluguel

ALUGA- SE

VALOR R$ 2.000,00

Situado na Rua: Antônio Paulino, n° 516 – Centro

Descrição do imóvel:

* Sala
* Cozinha
* 03 Quartos, sendo 01 suíte
* 02 Banheiros social
* Área no fundo com uma despensa
* Garagem para 02 carros
* Portão Eletrônico
* Casa toda de laje

Para maiores informações, entre em contato através do nosso Whatsapp (67)981369776.

Imobiliária Oliveira CRECI 8407 J

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Cassilândia Urgente: Oito meses depois da morte de ciclista, ponte da Trilha do Gordinho, em Cassilândia, continua sem proteção lateral

Um proprietário rural alertou a reportagem do Cassilândia Urgente, nesta quinta-feira, 28 de maio, para um fato que passou desapercebido em Cassilândia.

Oito meses depois que uma mulher ciclista morreu ao cair da ponte da Trilha do Gordinho, na zona rural de Cassilândia, no dia 8 de setembro de 2025, ainda não foi colocada proteção lateral para oferecer mais segurança a quem transita por lá.

A Prefeitura Municipal fez uma reforma no piso da ponte, mas esqueceu de resolver o problema da insegurança na hora da travessia.

“Antes que aconteça outra tragédia é bom a Prefeitura dar um jeito na situação”, disse o produtor rural.

Imagem com uso de IA

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Prefeitura de Cassilândia publica demissão de servidor após conclusão de Processo Administrativo Disciplinar

Prefeitura de Cassilândia publica demissão de servidor após conclusão de Processo Administrativo Disciplinar

 

A Prefeitura Municipal de Cassilândia publicou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, em edição extra n. 3044, do Diário Oficial do Município, a decisão administrativa que aplicou penalidade de demissão a servidor público municipal, após regular tramitação de Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

A publicação foi feita em cumprimento ao princípio da publicidade dos atos administrativos.

Segundo a Administração Municipal, o procedimento observou integralmente o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal, culminando na aplicação da penalidade de demissão com fundamento nos arts. 172, IX, e 192, V, da Lei Complementar Municipal nº 109/2008, diante da constatação de infração disciplinar grave incompatível com o exercício da função pública.

A decisão administrativa também considerou a existência de condenação criminal definitiva relacionada aos fatos apurados, ressaltando a necessidade de preservação da moralidade administrativa, da confiança institucional e da ética no serviço público.

O prefeito de Cassilândia, Rodrigo de Freitas, reforça que a medida reafirma o compromisso da gestão com a legalidade, responsabilidade administrativa, transparência e respeito às normas que regem a Administração Pública.

aSSECOM

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Sindicato Rural de Cassilândia anuncia 10 cursos do Senar para o mês de junho

O Sindicato Rural de Cassilândia lançou oficialmente o cronograma de cursos do Senar que serão realizados no município ao longo do mês de junho. Com uma grade diversificada, as capacitações buscam atender tanto o produtor rural quanto o empregador urbano, focando no aprimoramento técnico e na conformidade com novas normas de trabalho.

A agenda começa logo no início do mês com foco em tecnologia e saúde mental. Entre os dias 01 e 03 de junho, será realizado o curso de Montagem e Manutenção de Computadores. Já no dia 01 de junho, ocorre a capacitação em Primeiros Socorros Emocionais. Na área de gestão, o destaque fica para o curso de Administração de Empresa Rural, que acontece de 08 a 10 de junho.

Culinária e Produção Técnica

Para quem busca diversificação na cozinha ou na produção animal, o cronograma oferece:

  • Culinária Regional Sul-mato-grossense: Dias 11 e 12 de junho.
  • Produção de Rainhas (Apicultura): De 15 a 17 de junho.
  • Conserva de Hortaliças: Dias 29 e 30 de junho.

Mercado e Segurança do Trabalho

De 22 a 23 de junho, o foco será em Atendimento, Comercialização e Mercado Rural, curso que aborda estratégias de venda e travamento de preços de produtos na bolsa. Outro ponto crucial para empresários é o treinamento sobre a NR-01 – Gerenciamento de Riscos Psicossociais no Trabalho, agendado para o dia 25 de junho. Segundo os apresentadores, este curso é de interesse imediato para empregadores, visando adequar as empresas às novas exigências legais que passam a valer no período.

Plantas Medicinais

Encerrando a diversidade de temas, entre os dias 25 e 27 de junho, será ministrado o curso de Cultivo de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares.

Inscrições e Informações

Todos os cursos oferecidos são totalmente gratuitos. Os interessados em garantir uma vaga ou obter mais detalhes sobre o local das aulas devem entrar em contato com Ketlin através do telefone (67) 98143-0714.

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Funcionário de fazenda é condenado a 8 anos por estupro de adolescente

Imagem ilustrativa. (Reprodução, Freepik)

O funcionário de uma fazenda foi condenado a oito anos de prisão por estuprar um adolescente com TEA (transtorno do espectro autista) no interior de Mato Grosso do Sul.

O crime aconteceu em 2019, quando a vítima tinha 12 anos. O garoto estava em um galpão usando um celular quando o funcionário aproximou-se, agarrou o adolescente e lhe deu um beijo forçado.

Na ocasião, o jovem relatou o crime à mãe e o proprietário da fazenda transferiu o réu para outra propriedade. Na época, o garoto e a mãe prestaram depoimento sobre os fatos.

À polícia, o menor contou que já havia sido chamado anteriormente pelo funcionário para ir ao galpão. A mãe relatou que o filho apresentou mudanças comportamentais após o estupro e ressaltou que ele tem TEA.

O funcionário da fazenda foi denunciado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que pediu pela sua condenação por estupro de vulnerável.

A Justiça reconheceu a materialidade e autoria do crime com base nos depoimentos firmes e consistentes do adolescente e de sua mãe. O homem foi condenado a oito anos, dez meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado. Midiamax

 

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Maquiadora morta após PMMA no glúteo pagou mais de R$ 50 mil em procedimentos

Maquiadora morreu no hall de entrada da clínica. (Reprodução, Redes sociais)

A maquiadora Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, de 48 anos, pagou mais de R$ 50 mil nos procedimentos estéticos corporais feitos na segunda-feira (25). Foram aplicadas mais de 100 seringas de PMMA na maquiadora.

Moradora de Jardim, Roseli foi até São Paulo para fazer uma remodelação nos glúteos, coxas e quadríceps. Ela fez a remodelação na segunda (25) e iria retornar no dia seguinte para o procedimento no quadríceps. Roseli não resistiu e morreu na recepção do prédio comercial onde funciona o consultório médico, na terça-feira (26).

A médica responsável pelo procedimento estético de Roseli atende em Goiânia e em São Paulo. A gestora da clínica de Goiânia disse em depoimento na delegacia que trabalha com a médica há quatro anos.

Aos policiais, a gestora disse que é responsável pelo orçamento do procedimento e pela contratação das clínicas e salas para a realização dos serviços. Segundo o depoimento dela, o procedimento da maquiadora foi orçado em R$ 54.410 e pago no Pix.

A remodelação no glúteo ficou em R$ 26.455, enquanto o posterior de coxa custou R$ 14.955 e o de quadríceps foi orçado em R$ 13 mil. A caixa com dez seringas de 3 ml custa R$ 592.

Gestora alugou a clínica pela primeira vez

Após detalhar os valores, a gestora alegou não possuir conhecimento do procedimento em si, por isso não sabe explicar questões técnicas. Limitou-se a dizer que sabe que o máximo de produto que pode ser aplicado é 300 ml em cada procedimento, não sabendo quanto foi aplicado em Roseli.

Ela afirmou que foi a primeira vez que alugou a clínica e pagou R$ 1,5 mil pela diária. Esclareceu que a clínica possui todos os equipamentos, medicamentos e profissionais necessários para o procedimento feito na maquiadora.

Em seu depoimento, a gestora contou que não acompanha os procedimentos estéticos, mas que Roseli saiu bem do local. Ela relatou que a vítima entrou em contato no período da noite perguntando se poderia tomar o medicamento Tramal, ocasião em que a médica afirmou que poderia.

Na terça-feira (26), Roseli tomou alguns medicamentos que não teriam sido prescritos pela médica e começou a se sentir mal, aparentando uma crise de ansiedade. A gestora explicou que a filha da maquiadora entrou em contato e foi orientada a ir para a clínica.

Logo que a maquiadora chegou ao prédio, a gestora disse que ela estava desacordada. Relatou que a médica colocou Roseli no chão, fez os primeiros socorros e uma enfermeira desceu com equipamentos necessários.

Por fim, a gestora também afirmou que o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e constatou a morte de Roseli.

O caso é investigado como morte suspeita pelo 27º DP (Dr. Ignácio Francisco) da Polícia Civil do estado paulista.
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Bancada de MS vota de forma unânime para aprovação da PEC do fim da escala 6×1

Bancada federal de MS possui oito deputados na Câmara em Brasília. (Divulgação/Agência Câmara)

Bancada dos deputados de Mato Grosso do Sul votou de forma unânime a favor da PEC (Proposta de emenda à Constituição) que coloca fim à chamada escala 6×1. Todos os oito representantes de MS na Câmara, Beto Pereira (Republicanos), Camila Jara (PT), Dagoberto Nogueira (PP), Luiz Ovando (PP), Geraldo Resende (União), Marcos Pollon (PL), Rodolfo Nogueira (PL) e Vander Loubet (PT), estiveram presentes na sessão e votaram a favor da proposta.

A PEC 221/19 foi aprovada na noite desta quarta-feira (27), em primeiro turno. Ao todo, foram 472 votos favoráveis e 22 contrários.

Os deputados federais agora votam a proposta em segundo turno, e, serão necessários 308 votos dos 513 deputados para que o texto siga ao Senado que deverá ter 49 votos para a aprovação.

O texto determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e sem redução salarial. Na proposta do fim da escala 6×1 há garantia de duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. A decisão entra em vigor 60 dias após a promulgação.

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MS tem menor tempo de espera por perícia do INSS

Sede do INSS em Cassilândia (Imagem: Google Maps)

Mato Grosso do Sul tem o menor tempo de espera por perícia médica no país, conforme divulgado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Segundo o órgão, no Estado o prazo médio é de 16 dias, enquanto em outras unidades da federação pode chegar a 62 dias.

De acordo com o levantamento, em abril foram o tempo médio de espera era de 40 dias para realização da perícia. Em maio, esse número caiu para 30 dias na média nacional. Ainda assim, Mato Grosso do Sul aparece como o Estado com a fila mais ágil, com tempo quase pela metade do registrado no país.

Na sequência aparecem estados com grandes centros urbanos, como São Paulo, com 23 dias, e Rio de Janeiro, com 29. No Ceará, o tempo de espera em maio foi de 31 dias, redução significativa em relação aos 60 dias registrados em abril. O maior prazo foi verificado em Tocantins, com 62 dias.

O secretário do Regime Geral de Previdência Social, Benedito Brunca, afirmou que a fila de requerimentos caiu pela quarta vez consecutiva, passando de 1,1 milhão de pedidos em janeiro para 615 mil em maio, redução de 44%.

“A redução da fila da perícia é resultado das ações que temos adotado, em especial a qualificação do Atestmed (análise da documentação médica sem necessidade de perícia presencial), a perícia conectada (uso de telemedicina) e os mutirões por todo o Brasil”, declarou.

O tempo de espera para análise dos benefícios também diminuiu. Segundo o INSS, o prazo de conclusão caiu de 59 para 40 dias. “Isso é resultado do nosso trabalho e das medidas adotadas pela gestão. Os números mostram que não há queda artificial da fila, há trabalho”, afirmou a presidente do instituto, Ana Cristina Silveira.

Apesar dos dados nacionais, o INSS não apresentou recorte regional sobre a redução no tempo de concessão nem sobre o número de benefícios concedidos por estado. Campo Grande News

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Tutor é preso em flagrante suspeito de maus-tratos a animais

O tutor é apontado por manter os animais em péssima situação de higiene. (Reprodução, PCMS)

Um tutor, de 53 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (27) por maus-tratos contra cachorros, no bairro Seminário, em Campo Grande. A prisão ocorreu através da Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista).

Diante do flagrante, o suspeito foi encaminhado para a sede da Decat, onde aguarda pela audiência de custódia que deverá ocorrer nos próximos dias, uma vez que o crime não é afiançável na esfera policial.

Assim, o crime prevê pena de até cinco anos de reclusão, além da perda do direito de manter animais na residência.

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Corpo de homem é encontrado carbonizado com as mãos amarradas

Os agentes encontraram o homem ao lado de uma motocicleta carbonizada. (Foto: Reprodução/ Terrazainformativapjc)

Um homem identificado como Richard David Rivarola Núñez, de 28 anos, foi encontrado carbonizado e com as mãos amarradas na área rural de Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã, a 315 quilômetros de Campo Grande, nesta quarta-feira (27).

O homem estava próximo ao cemitério de Alemán, na zona rural de Cerro Corái, de Pedro Juan Caballero.

Os agentes policiais e o Ministério Público investigam o caso.

*Com informações do portal Terraza Informativa PJC.

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Condenação de João Augusto traz alívio, mas avó fala sobre dor: ‘acabou com minha família’

A família utilizou camiseta para representar o pedido de justiça. (Foto: Mariana Pesquero, Midiamax)

67 anos de prisão em regime fechado, essa foi a condenação de João Augusto Borges de Almeida pelo duplo feminicídio da esposa, Vanessa Eugênio Medeiros, e da filha, Sophie Eugênio Borges, de 10 meses. A condenação trouxe sensação de justiça para a família das vítimas; no entanto, a permanência da dor foi relatada após a sentença.

“A Justiça foi feita, mas a gente queria que fosse eternidade. Estou me sentindo muito triste, ele acabou com minha família, meu sonho era ter a netinha. Eu tenho muita saudade, todo dia eu falava com ela. Me mandava foto da neném”, disse Eneide Eugênio.

Para a irmã de Vanessa, que também acompanhou o julgamento do ex-cunhado, a sentença trouxe a sensação de que a Justiça, em partes, foi feita.

“Sentimento é que passou uma fase, não é como a dor fosse cessar, mas já é uma resposta. É uma forma de a gente ver que a justiça foi feita. Uma parte, sim, pelo fato de que a gente tem aquele sentimento de que ele vai pagar pelo que ele fez, que traz, sim, um certo alívio. Ficaram só saudades e lembranças boas”, disse a irmã, Wesla Kenya.

A reportagem também falou com o advogado Lucas Fernando Nogueira Brandolis, que atua no caso como advogado de acusação, ou seja, do lado da família. Para ele, a pena aplicada foi considerada justa.

“A pena foi aplicada de forma justa, com 67 anos de prisão, e agora nós aguardamos o desenrolar dos próximos passos do processo, que deve ter recurso pelo Tribunal de Justiça, mas até aqui o trabalho que era para ter sido feito foi prestado a contento. Sinto que agora é um momento de virada de página, na Justiça o papel está sendo cumprido”, afirmou o advogado de acusação.

Nesta quarta-feira, completou-se exato um ano da prisão de João Augusto. Isso porque ele foi preso enquanto registrava um boletim de ocorrência de desaparecimento das vítimas. “Esse tipo de crime não é tolerado neste estado, é repudiado nessa sociedade. Se porventura acontecer, vai ter essa mesma resposta, essa é a expectativa que fica e resposta social que o plenário do júri ofereceu à sociedade”, finalizou o advogado.

Família de Vanessa e Sophie durante o julgamento. (Foto: Mariana Pesquero, Midiamax)

Relembre o crime

João Augusto foi preso no dia 27 de maio do ano passado, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.

Em coletiva de imprensa na época, o delegado Rodolfo Daltro deu detalhes do interrogatório de João, que se demonstrou frio durante todo o tempo. Segundo ele, o homem matou a companheira e depois assassinou a bebê esganada.

“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou-se à criança e a esganou”, explicou.

Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.

Imagens de câmeras de segurança da região registraram o momento em que João Augusto colocou fogo no corpo da filha e da esposa.

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Chapadão do Sul e Brasilândia: Prefeituras de MS fecham contrato milionário com suspeita de fraude

A prefeitura de Chapadão do Sul fechou contrato por meio de ata de registro de preço com a empresa – Divulgação

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Quando a prefeitura de Brasilândia assinou o Contrato nº 008/2026, em 16 de abril deste ano, a empresa contratada estava há dois meses sentada no banco dos réus do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT).

Uma semana antes, Chapadão do Sul havia fechado três contratos com a mesma empresa, pelo mesmo mecanismo de taxa administrativa zero. Os municípios assinaram contratos no total de R$ 20,4 milhões com a Centro América Comércio, Serviço, Gestão Tecnológica Ltda., sediada em Chapada dos Guimarães (MT).

A empresa é alvo do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) desde novembro de 2024, quando a Operação Gomorra desbaratou um esquema que desviou cerca de R$ 1,8 bilhão dos cofres de mais de 100 municípios.

Em 5 de fevereiro deste ano, o TJMT recebeu a denúncia criminal e declarou Edézio Corrêa, apontado como o verdadeiro controlador da empresa, réu por fraude em licitações e contratação direta ilegal. Ele já havia sido denunciado, em 2017, na Operação Sodoma.

RASTRO DA EMPRESA
Antes da Operação Gomorra, a Centro América operava quase que exclusivamente em Mato Grosso. Depois de novembro de 2024, os contratos no Mato Grosso do Sul começaram a aparecer.

Até agora, aderiram à ata os municípios de Juti, Amambai, Paranaíba, Bonito, Pedro Gomes, Sonora, Miranda, Jaraguari, Terenos, Antônio João, Inocência, Água Clara, Anaurilândia, Ivinhema, Jardim, Rio Verde de Mato Grosso e Bela Vista, além de Brasilândia e Chapadão do Sul.

A maioria das portas de entrada foi sempre a mesma: a adesão a atas de registro de preços de outros entes, o chamado “carona”.

O mecanismo permite assinar contrato sem abrir licitação própria, desde que haja uma ata vigente de outro município ou consórcio.

Neste caso, a ata é do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário dos Municípios do Extremo Sul de Minas Gerais (Cimesmi). O mesmo pregão, o nº 31/2024, está na base dos contratos de Brasilândia e Chapadão do Sul.

OPERAÇÃO GOMORRA
O esquema revelado pelo MPMT guarda semelhanças com o mesmo modelo presente nos contratos de Chapadão do Sul e Brasilândia.

A investigação do MPMT mapeou orçamentos fictícios para simular disputa em licitações; pregões com participante único ou com empresas da mesma família; e cobrança de combustível 39,80% acima da tabela da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Este último dado foi confirmado judicialmente no caso de Barão de Melgaço, no Mato Grosso.

Ou seja, para cada R$ 100 em combustível declarado pela empresa, o município pagava R$ 139,80. A diferença não aparecia em lugar nenhum do contrato, estava escondida atrás do zero da taxa administrativa, que fazia o negócio parecer vantajoso.

Em Brasilândia, o item combustível do Contrato nº 008/2026 soma R$ 3,89 milhões. Em Chapadão do Sul, R$ 4,3 milhões. Se o mesmo sobrepreço se repetir, e não há nenhuma cláusula nesses contratos que o impeça, o rombo potencial só nesses dois municípios passa de R$ 3,2 milhões.

O SÓCIO QUE ASSINA
Nos contratos de Chapadão do Sul e de Brasilândia, quem coloca a assinatura pela empresa é Jânio Corrêa da Silva, sócio formal desde 2007. Edézio Corrêa, tio de Jânio, apontado pelo MPMT como líder do esquema e agora réu, não aparece em nenhum papel.

A colaboração premiada que Edézio fechou com o MP esclarece essa divisão: Jânio era o laranja. Assinava o que precisava ser assinado, mas não participava das decisões. Foi exatamente esse depoimento que levou o TJMT a rejeitar a denúncia contra Jânio por falta de provas.

Rejeição não é absolvição. A investigação segue aberta. O que a decisão deixa claro é que a empresa tem um controlador de fato, Edézio, agora réu, que nunca precisou aparecer diante de nenhuma prefeitura sul-mato-grossense para assinar nada.

No mesmo mês em que o TJMT declarou Edézio réu, o MP obteve autorização para investigar dois prefeitos mato-grossenses com contratos com a empresa: Manoel Loureiro Neto (MDB), de Diamantino, e Kalil Baracat (MDB), de Várzea Grande.

O caso de Várzea Grande interessa diretamente a Mato Grosso do Sul: o Pregão nº 28/2022 daquele município é apontado como origem da cadeia de atas que alimentou as contratações posteriores da empresa em outros estados.

CONTRATAÇÃO
Procuradas pela reportagem, a assessoria da prefeitura de Chapadão solicitou que os questionamentos fossem enviados para a Ouvidoria do Município. A prefeitura de Brasilândia não retornou aos contatos.

O CNPJ 09.179.444/0001-00 é o mesmo investigado no MT. O nome Edézio Corrêa aparece em dezenas de reportagens sobre a Operação Gomorra, todas publicadas em novembro de 2024, cinco meses antes dos contratos de MS. A decisão do TJMT está disponível publicamente, acessível a qualquer setor de compliance ou controladoria.

O “carona” tem uma brecha estrutural que explica parte disso. Quando um município adere à ata de outro ente, não abre licitação própria e não produz edital e, com isso, não existe o momento formal em que antecedentes seriam checados. Fica a cargo da administração local fazer essa triagem.

*Saiba
Os contratos de Chapadão do Sul e Brasilândia com a Centro América Comércio, Serviço, Gestão Tecnológica Ltda. são referentes a fornecimento de combustível e manutenção da frota por meio de ata de registro de preço.

Correio do Estado

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Câmara dos Deputados: Comissão aprova fim da escala 6×1 e redução da jornada para 40 horas semanais

Reunião da comissão especial para discussão e votação do parecer (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados )

A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6×1 aprovou nesta quarta-feira (27), por 34 votos favoráveis e 4 contrários, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reduz a jornada máxima de trabalho no país de 44 para 40 horas semanais. O texto ainda será submetido à votação no plenário da Câmara antes de seguir para análise do Senado. Integrante titular da comissão e único representante de Mato Grosso do Sul no colegiado, o deputado federal Geraldo Resende (União) votou a favor da proposta.

O texto aprovado estabelece uma transição em duas etapas. Sessenta dias após a promulgação da emenda constitucional, a jornada semanal passará para 42 horas, já com direito a dois dias de repouso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Depois de 12 meses, a carga horária máxima será reduzida definitivamente para 40 horas semanais.

A versão aprovada foi apresentada pelo relator da matéria, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), e unifica duas propostas que tratavam da redução da jornada de trabalho.

Uma delas é a PEC 221/19, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas após uma transição de 10 anos. A outra é a PEC 8/25, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que defendia a adoção da escala 4×3 (4 dias de trabalho e 3 de descanso) com jornada de 36 horas semanais.

Durante a sessão, o relator afirmou que a proposta representa uma mudança estrutural nas relações de trabalho no país. Segundo ele, a redução da jornada permitirá mais convivência familiar e melhor qualidade de vida para os trabalhadores.

O texto mantém a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para categorias que atuam em regimes diferenciados, como a escala 12×36 e setores considerados essenciais, entre eles saúde, segurança pública, transporte e limpeza urbana.

A PEC também prevê que uma futura legislação poderá regulamentar jornadas específicas e modelos próprios de escala para essas atividades, desde que sejam respeitados os limites estabelecidos pela proposta: máximo de oito horas diárias, 40 horas semanais e dois dias de descanso por semana.

Outro ponto incluído no texto é a previsão de regras específicas para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Nesse caso, uma lei complementar deverá definir as condições de adaptação, desde que haja preservação dos empregos.

Para trabalhadores com alta remuneração e elevada qualificação técnica, o controle formal de jornada deixará de ser obrigatório. Já nos contratos públicos e terceirizados, a redução da jornada só passará a valer após aditivos contratuais, com prazo de até 12 meses para adequação.

O debate na comissão foi marcado por divergências entre parlamentares governistas e da oposição. Ao todo, 47 deputados se manifestaram durante a discussão.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), rebateu críticas de que o partido seria contrário aos direitos trabalhistas e afirmou que a legenda defenderá no plenário uma mudança ainda mais ampla, com adoção imediata da escala 4×3. Um destaque apresentado por ele, que previa validade imediata do direito aos dois dias de descanso semanal, acabou rejeitado pela comissão.

Pela Maioria da Câmara, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou propostas apresentadas anteriormente por parlamentares do PL que sugeriam transição de dez anos e possibilidade de jornadas de até 52 horas semanais. Segundo ele, houve contradição no posicionamento da oposição ao longo da tramitação.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC) afirmou que a redução obrigatória da jornada pode elevar custos trabalhistas e gerar impactos econômicos para empresas e consumidores. Já a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) classificou a aprovação como uma vitória dos trabalhadores e movimentos sociais.

Autora de uma das propostas analisadas, Erika Hilton afirmou que a medida é uma resposta às jornadas consideradas exaustivas e representa mais dignidade e tempo de descanso para os trabalhadores.

Também houve apresentação de voto em separado pelo líder do Novo, deputado Gilson Marques (SC). Ele defendeu um modelo baseado em livre negociação entre empresas e trabalhadores, sem limite fixo de jornada semanal. Segundo o parlamentar, a redução obrigatória pode elevar custos operacionais e provocar aumento nos preços dos produtos.

Campo Grande News

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Irmã conta que morta queimada com bebê dizia ter encontrado ‘o amor da vida dela’

Irmã de Vanessa Eugênio durante interrogatório. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

A irmã de Vanessa Eugênio e madrinha de Sophie Eugênio relatou sobre a dor que sente após a perda das vítimas, mortas no dia 26 de maio de 2025 por João Augusto de Almeida. O relatou foi feito durante o julgamento do réu, na manhã desta quarta-feira (27), em Campo Grande.

Wesla Kenia Lima afirmou que Vanessa e João Augusto mantiveram um relacionamento de dois anos. Não havia indícios de que o homem fosse agressivo, visto que, em brigas do casal, tudo era resolvido normalmente. No início do relacionamento, João era bem receptivo com a família dela e se mostrava feliz por ser companheiro de Vanessa.

Além disso, Wesla contou que tanto Vanessa quanto João Augusto receberam com alegria a notícia da gravidez, que aconteceu pouco mais de três meses após o relacionamento. “Ela estava feliz e ele também, falando que agora iriam começar a construir a família deles. Ela me disse que tinha encontrado o amor da vida dela”, relatou.

‘Não desejo para ninguém’

Ao relembrar os momentos com Vanessa, Wesla se emocionou. “É uma dor que não desejo para ninguém. É muito triste perder alguém que você viu nascer, crescer e correr atrás dos sonhos”, contou Wesla, que afirmou que Vanessa era a irmã caçula.

Além de irmã de Vanessa, Wesla era madrinha de Sophie e conta que, ao receber a notícia das mortes, torceu para que fosse mentira. “É como se tirassem um pedaço de mim. Foi muito doloroso, queria que fosse mentira.”

Crime

Vanessa Eugênio, de 23 anos, e Sophie, de 10 meses, foram mortas e carbonizadas por João Augusto, no dia 26 de maio de 2025. João Augusto foi preso no dia 27 de maio do mesmo ano, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.

Em coletiva de imprensa na época, o delegado Rodolfo Daltro deu detalhes do interrogatório de João, que se demonstrou frio durante todo o tempo. Segundo ele, o homem matou a companheira e depois assassinou a bebê esganada.

“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou a criança e a esganou”, explicou.

Após matar a companheira e a filha, por volta das 16 horas, durante o intervalo de almoço do suspeito, ele trabalhou normalmente no dia 26 de maio, pois, conforme disse em interrogatório, acreditava que o crime seria descoberto somente após cerca de dois dias.

Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.

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