
Seringas usadas para aplicação da tizerpatida – Campo Grande News
Ao interromper o uso dos novos medicamentos para emagrecer, a recuperação do peso ocorre em ritmo até quatro vezes mais rápido do que após a suspensão de programas baseados apenas em dieta e atividade física. A conclusão é de um estudo britânico publicado nesta quinta-feira na revista BMJ. A pesquisa chega em um momento sensível para Mato Grosso do Sul. No Estado, medicamentos desse tipo se popularizaram de forma acelerada nos últimos anos, impulsionados pelo contrabando vindo do Paraguai, onde versões irregulares ou adquiridas sem prescrição médica entram no Brasil a preços muito abaixo dos praticados nas farmácias. O resultado é um consumo disseminado, muitas vezes sem acompanhamento médico e sem planejamento de longo prazo.
Nos países ricos, esses medicamentos já vinham ganhando espaço como tratamento para diabetes e obesidade. Eles atuam sobre o hormônio GLP-1, que estimula a secreção de insulina e aumenta a sensação de saciedade. Em setembro, a OMS chegou a incluí-los na lista de medicamentos essenciais, mas fez um alerta: é preciso ampliar o acesso por meio de versões genéricas e mais baratas para países de renda média e baixa.
Perda rápida, retorno acelerado
Análises anteriores mostraram que esses tratamentos ajudam a reduzir entre 15% e 20% do peso corporal. O problema começa depois. “Tudo isso parece uma boa notícia”, afirma Susan Jebb, especialista em nutrição pública da Universidade de Oxford e coautora do estudo. Mas, segundo ela, cerca de metade dos pacientes abandona o tratamento em até um ano. Entre os motivos estão os efeitos colaterais, como náuseas, e o preço elevado. Nos Estados Unidos, o custo mensal pode ultrapassar 1.000 dólares. No Brasil, o alto valor empurra parte dos consumidores para o mercado ilegal, especialmente em regiões de fronteira como Mato Grosso do Sul.
Ao analisar 37 estudos sobre a interrupção de diferentes tratamentos para emagrecer, os pesquisadores observaram que os participantes recuperaram, em média, 0,4 quilo por mês após parar a medicação. Seis dos estudos focaram na semaglutida, princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, e na tirzepatida, usada no Mounjaro, medicamentos fabricados por Novo Nordisk e Eli Lilly. Durante o uso, os participantes perderam cerca de 15 quilos. Após a interrupção, recuperaram aproximadamente 10 quilos em um ano. Pela projeção dos pesquisadores, o retorno ao peso inicial ocorre, em média, em 18 meses. Os indicadores cardiovasculares, como pressão arterial e colesterol, também voltaram aos níveis anteriores em cerca de um ano e quatro meses.
Comparação desfavorável
Já entre pessoas que emagreceram apenas com dieta e exercício, sem medicamentos, a perda de peso foi menor. Em compensação, o tempo médio para recuperar os quilos perdidos foi de quatro anos. Na prática, isso significa que usuários de medicamentos para emagrecer recuperam o peso cerca de quatro vezes mais rápido.
Segundo Sam West, principal autor do estudo, perdas expressivas de peso tendem a ser seguidas por um retorno mais acelerado. Outra análise citada pelos pesquisadores indica que, após o uso desses medicamentos, o ganho de peso é sistematicamente mais rápido, independentemente do peso perdido no início.
Uma possível explicação é comportamental. Pessoas que emagrecem com mudanças de hábitos tendem a manter parte dessas rotinas mesmo após algum reganho de peso. Já quem depende exclusivamente do medicamento costuma interromper o tratamento sem estratégias de sustentação. Campo Grande News

A Prefeitura Municipal de Cassilândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, anunciou a realização de uma nova Campanha de Doação de Óculos, voltada especialmente à população que não tem condições de adquirir o item por conta própria. A ação contará com a doação de 400 óculos, respeitando critérios previamente estabelecidos para a seleção dos beneficiados.




O prefeito de Cassilândia, Rodrigo Freitas, recebeu hoje a visita do reitor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Laercio Alves de Carvalho, acompanhado do gerente da unidade de Cassilândia, Gustavo da Costa Vieira.





















A Prefeitura Municipal de Cassilândia, por meio da Secretaria Municipal de Educação, anunciou a prorrogação do prazo de inscrições para o Processo Seletivo Simplificado destinado ao provimento de cargos de Professor de Educação Básica e Assistente de Apoio Educacional Inclusivo, além da formação de cadastro de reserva.
O processo seletivo tem como objetivo atender à necessidade de excepcional interesse público e terá validade de 01 ano, podendo ser prorrogado por igual período, conforme critério da Secretaria Municipal de Educação, a contar da data de homologação do resultado final.
Todo o processo será regido por edital e acompanhado exclusivamente pelos sites oficiais da Prefeitura Municipal de Cassilândia (

A Prefeitura Municipal de Cassilândia, por meio da Secretaria Municipal do Agronegócio, iniciou a partir do dia 05 de janeiro o cadastro dos produtores rurais do município. A ação é voltada a todos os produtores, desde os pequenos até os grandes, e tem como objetivo manter os dados atualizados para fortalecer o desenvolvimento das atividades no campo.
A Prefeitura Municipal de Cassilândia realiza, hoje, no dia 06 de janeiro, o apagar das luzes do Natal Encantado, na Praça São José, simbolizando o encerramento de um período marcado por emoção, união e celebração entre as famílias cassilandenses.


















Uma criança, de 1 ano e oito meses, foi vista perambulando sozinha pela Rua Maria Guilhermina Esteves, na Vila Zuque, em Três Lagoas, a 323 quilômetros de Campo Grande. A bebê foi encontrada por um empresário, de 40 anos, de Cuiabá, na manhã de sexta-feira (2).
Presidente Donald Trump durante coletiva após captura de Nicolás Maduro. (Reprodução)
