Reuniões infrutíferas com o secretariado municipal, fartas entrevistas exclusivas, promessas à exaustão, viagens e diárias “à volonté” e muito marketing.
Assim caminha a desastrosa gestão municipal cassilandense, sem rumo, sem comando, sem realizações e sem perspectivas.
2025 foi o chamado ano perdido, pois nenhuma obra relevante foi feita, exceto tinta nova em repartições antigas, trocas de nomes, novos logomarcas, um retoque aqui e outro acolá, enfim, nada de promessas cumpridas.
As casas populares prometidas já no primeiro ano não passaram de um grande fiasco, a vila do idoso continua sendo um sonho, o grande lago municipal na Avenida Juracy Lucas/Avenida Presidente Dutra segue só no papel, a saúde pública precária caminha aos trancos e barrancos, o ensino municipal mantém-se pífio, as ruas e estradas continuam esburacadas, permanecem os vazamentos de água, a Prefeitura nunca esteve tão inchada com excesso de “colaboradores”, festanças pra dar com pau e daí por diante.
Além disso, o prometido desenvolvimento municipal ninguém sabe, ninguém viu, exceto a pegada de carona nas laranjas do ex-prefeito e nada mais.
A gestão municipal cassilandense precisa com urgência de um belo choque de realidade, a alto e bom som, com o brado retumbante:
– Xô, preguiça!
CORINO ALVARENGA
EDITOR DO CASSILÂNDIA URGENTE

Reprodução internet






