
Polícia Civil apura caso e checa denúncias sobre possível paradeiro
As buscas por Marcelo Brito da Rocha continuam em Cassilândia. O homem desapareceu na tarde do dia 6 de abril, depois de deixar a rodoviária da cidade, e desde então não fez mais contato com familiares ou conhecidos. A Polícia Civil investiga o caso e checa denúncias recebidas sobre o possível paradeiro dele.
Conforme boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Polícia do município, Marcelo veio do Piauí para participar de um processo seletivo para vaga de ajudante florestal. Ele teria entrado em contato via WhatsApp ainda em Parnaíba (PI) e, após recrutamento remoto, recebeu passagem de ônibus para viajar até Cassilândia.
Marcelo saiu do Piauí no dia 3 de abril e chegou ao município na noite do dia 5, ficando hospedado em um hotel. Na manhã seguinte, ele foi levado para realizar exame admissional, mas ao retornar ao escritório informou que não queria mais continuar no processo.
Segundo o registro policial, Marcelo escreveu uma carta de próprio punho formalizando a desistência e pediu que a empresa custeasse a passagem de volta ao estado de origem, solicitação que foi atendida.
Por volta das 15h, ele foi deixado na rodoviária e orientado a avisar quando embarcasse. Pouco depois, uma funcionária recebeu uma ligação dele, mas devido à falha no sinal não conseguiu entender o que era dito. Quando voltou ao terminal, por volta das 15h40, encontrou as bagagens e as passagens abandonadas.
Uma comerciante que trabalha em um box da rodoviária relatou que Marcelo aguardava sentado quando uma viatura da Polícia Militar passou realizando rondas. Ao perceber a presença dos policiais, ele teria saído rapidamente do local e seguido rumo ignorado.
Ainda conforme o boletim, às 15h59 Marcelo foi contatado novamente e orientado a retornar para não perder o ônibus. Ele respondeu apenas que “estava em casa”. Desde então, não houve mais contato e ele não foi mais visto.
O desaparecimento foi registrado oficialmente e segue sob investigação. Enquanto isso, as buscas continuam e qualquer informação pode ser repassada diretamente à Polícia Civil.
Fonte: MS Todo Dia
Foto: Divulgação






