
Cidade de Maracaju. (Foto: Divulgação)
O Conselho de Sentença condenou a mais de 23 anos de prisão um homem que matou a companheira em Maracaju, a 160 quilômetros de Campo Grande. Ele alegou ter agido em legítima defesa, mas a tese foi afastada pela acusação.
Durante o julgamento, a defesa do réu alegou que ele agiu em legítima defesa para repelir um suposto ataque da mulher. Contudo, o laudo necroscópico e as demais provas produzidas no processo demonstraram que a dinâmica do crime era incompatível com a alegação de legítima defesa.
As conclusões da perícia, provas técnicas, depoimentos das filhas da vítima e todo o conjunto probatório apresentados pela 1ª Promotoria de Justiça de Maracaju, do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), desmentiram a versão do réu. Assim, o Conselho de Sentença entendeu que a mulher foi surpreendida pelo ataque e não teve possibilidade de reação.
O réu foi condenado a 23 anos, 5 meses e 7 dias de prisão, em regime fechado.
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