Cassilândia Urgente: Mãe de aluno cadeirante reclama dos ônibus escolares por não respeitarem a rampa de acesso na porta do Cmeic, em Cassilândia
Uma mãe de aluno cadeirante da escola CMEIC – Centro Municipal Educacional Vereadora Ilma Costa – recorreu, nesta quarta-feira, 8 de outubro, ao Cassilândia Urgente depois de ter tentado resolver o problema – sem sucesso – junto às autoridades escolares cassilandenses.
Segundo ela, os ônibus do transporte não respeitam a acessibilidade de cadeirante ao estacionar interropendo a rampa existente na porta da escola.
A mãe reclama que tem que dar volta empurrando a cadeira de rodas pela calçada “horrível de andar”.
Ela espera apenas que os motoristas de ônibus tenham o bom senso de respeitar a acessibilidade de cadeirantes.
Com certeza não é pedir muito.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.




SEJA SOLIDÁRIO! Ajude Luís Fernando Oliveira Souza a representar Cassilândia e Mato Grosso do Sul em Olimpíada Estudantil no Rio de Janeiro
Olá, me chamo Luís Fernando Oliveira Souza, sou de Cassilândia – MS, aluno da 2° série do Ensino Médio da Escola Evangélica Avivamento Bíblico e participei da 26ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). A OBA é do ramo das olimpíadas científicas, similar à OBMEP. Tais olimpíadas buscam incentivar os alunos a conhecerem mais sobre Ciência, bem como torná-la mais popular entre a sociedade. Após a OBA, e graças à minha nota, fui convidado a participar das seletivas internacionais: diversas provas que têm como objetivo selecionar as equipes que irão representar o Brasil nas Olimpíadas a nível mundial. A primeira fase das seletivas é composta por três provas online, as quais eu fiz e consegui uma média de aproximadamente 8.4. E, com essa pontuação, fui o único estudante do Mato Grosso do Sul a passar para a próxima fase, que ocorrerá presencialmente em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, nos dias 11 a 15 de março. Portanto, por conta do custo de deslocamento e da hospedagem no hotel em que as provas serão realizadas, preciso de uma ajuda financeira para que isso seja possível.
FAÇA UM PIX PARA A CHAVE CELULAR (67) 98164-5357

Luís Fernando Oliveira Souza
Revista digital de Natal 2023 do Cassilândia Urgente
Veja agora as mensagens e ofertas das empresas e dos profissionais de Cassilândia especialmente para você neste período de Natal e Ano Novo.
Veja também a revista em formato PDF.

Cassilândia: Morre a quarta pessoa vítima de Covid-19
Morreu nesta segunda-feira, 17 de agosto, a quarta pessoa vítima de Covid-19 em Cassilândia, de nome Carol Canovas, que trabalhava como recepcionista em hospital.
Ela tinha 32 anos, era casada com Wilian Santos, era membro da Igreja Metodista e deixa duas filhas, sendo uma de dez e outra de 12 anos.
O óbito foi confirmado pelo secretário municipal de Saúde, José Lourenço Braga Marin.
Voltaremos a informar.

Cassilândia: Moradora reivindica asfalto e iluminação na Rua Luiz Machado, no Jardim Minas Gerais
Uma moradora do Bairro Jardim Minas Gerais enviou à redação do Cassilândia Urgente reivindicação para que a Prefeitura Municipal faça a pavimentação asfáltica e instale iluminação pública na Rua Luiz Machado.
O pedido da moradora foi encaminhado hoje cedo, segunda-feira, 4 de maio, ao prefeito Jair Boni para as devidas providências.


10ª Conferência Municipal de Saúde reuniu comunidade e profissionais para debater políticas públicas em Cassilândia



Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do Brasil
Futebol cresceu no país com ajuda de brasileiros
Após empatar com a Suécia, o Japão garantiu vaga na próxima fase e será o adversário da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. Os dois vão se enfrentar na segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos, um dos países-sedes da competição.

A partida marca o início do mata-mata do Mundial, fase que reúne 32 seleções na disputa pelo título.
A seleção japonesa ficou em segundo lugar no Grupo F, liderado pela Holanda. Na fase de grupo, a equipe asiática goleou a Tunísia, marcando quatro gols contra o time africano, desclassificado da competição. Na disputa contra a Holanda, o placar ficou empatado em 2 a 2, na primeira rodada do Mundial.
O Japão é uma seleção com nível técnico crescente e o confronto não tem favorito, avalia a comentarista de futebol daTV Brasil e da Rádio Nacional, Luciana Zogaib.
“[O Japão] É uma seleção que joga em transição rápida, é uma equipe que tem equilíbrio emocional, mesmo quando sai atrás, consegue buscar o resultado, como aconteceu na partida contra a Holanda”.
Em 2025, o Japão também derrotou o Brasil de virada, em um amistoso, no final de 2025, em Tóquio, por 3 a 2. Na ocasião, o técnico do time brasileiro, Carlo Ancelotti, pediu que os jogadores brasileiros desenvolvessem “resiliência mental” e disse que a equipe precisava aprender com os erros.
“Os japoneses têm o mental forte e nós vamos colocar o nosso [emocional] à prova neste jogo”, brincou Zogaib.
A comentarista também lembrou que, desde o confronto com o Brasil, ano passado, o Japão não perdeu nenhum jogo. “Eles chegam motivados à Copa”, frisou.
A evolução do futebol japonês é nítido, acrescentou Rachel Motta, também comentarista esportiva da TV Brasil. Ela chama atenção para a agilidade do time no contra-ataque.
“A equipe japonesa pode não ter tantos jogadores habilidosos ou com mais nome, porém, o contra-ataque japonês é a arma deles, que marcam muito bem, e aí, a gente precisa mostrar habilidade”, cobrou.
“Além do Vini Jr. não temos visto tanta habilidade na seleção brasileira”, criticou.
Zico e o futebol japonês
A perspectiva do duelo mexe com os torcedores brasileiros, que viram o crescimento do futebol japonês. O país contou com experts brasileiros, como o jogador Zico, Arthur Antunes Coimbra. Ele contribuiu para a profissionalização do esporte no país asiático e comandou a seleção nipônica na Copa de 2006.
“Que o flamenguista não fique chateado, mas com o Flamengo foram 20 anos e com o Japão foram 22”, brincou, em entrevista à Agência brasil, em abril.
Fora de campo, os dois países possuem uma longa relação, considerando como marco a chegada de 800 japoneses no navio Kasato Maru, em 1908, que vieram trabalhar nas lavouras de café, em São Paulo.
Atualmente, o Japão é um dos principais parceiros do Brasil na Ásia. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os países, nos últimos anos, vêm buscando estreitar parcerias e cooperações na área comercial em ciência e tecnologia.
Entre as áreas mais promissoras, de acordo com o órgão, destacam-se tecnologias da informação e das comunicações, aeroespacial, robótica, ciências médicas e saúde e energias renováveis.
O Japão é também um dos maiores investidores do Brasil, com US$ 22,8 bilhões em estoque (investido ou em circulação). Os investimentos japoneses são diversificados e incluem setores como o automotivo, de materiais elétricos e siderurgia.
Em 2023, o dado mais recente indica que o intercâmbio comercial bilateral foi de US$ 11,7 bilhões, com superávit para o Brasil de US$ 1,5 bilhão. As exportações brasileiras para o Japão foram, na maior parte, de produtos como minério de ferro, frango, café, alumínio e milho, enquanto as importações incluíram autopeças, compostos químicos, instrumentos de medição e controle e circuitos integrados.
Japoneses escolheram São Paulo
Desde a chegada do navio Kasato Maru a São Paulo, a comunidade nipônica cresceu. A Embaixada Japonesa estima que 2 milhões de japoneses e seus descendentes vivem no país, a maior população nipônica fora do Japão. E, como não poderia ser diferente, a influência cultural deixou marcas, em diversas áreas, como agricultura, gastronomia e artes marciais.
São Paulo conta com a maior comunidade japonesa do Brasil. O bairro da Liberdade chega a ter toda a atmosfera do Japão, com fachadas escritas com ideogramas e arquitetura oriental.
Mas há outras cidades brasileiras também marcadas pela presença desses imigrantes, como Assaí, no Paraná; Ivoti, no Rio Grande do Sul; e Tomé-Açu, no Pará.
De acordo com o MRE, os japoneses são cerca de quatro em cada dez dos 1 milhão de estrangeiros vivendo no Brasil. Já no país insular, do outro lado do globo, vivem 200 mil brasileiros, nas contas do governo japonês.
“O elo humano é um dos principais patrimônios das relações Brasil-Japão e fomenta o diálogo e a cooperação”, afirmou o ministério. Agência Brasil
Conselho de MS autoriza licença prévia para hidrelétricas em Ribas do Rio Pardo e Cassilândia

Deliberações do Conselho Estadual de Controle Ambiental dão aval para projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas no interior de MS
O Ceca-MS (Conselho Estadual de Controle Ambiental de Mato Grosso do Sul) deu aval para a instalação de duas novas Pequenas Centrais Hidrelétricas em Ribas do Rio Pardo e Cassilândia. Os projetos avançam na esteira do crescimento da demanda por energia limpa para abastecer as indústrias e o setor produtivo regional.
Conforme a publicação no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (25), as autorizações de Licença Prévia constam nas deliberações Ceca número 147 e 148, assinadas pelo secretário em exercício da pasta de Meio Ambiente, Alex Marcel Melotto.
Assim, a PCH Ribas, de responsabilidade da Cinetix Participações Societárias Ltda, obteve o parecer técnico favorável aprovado por maioria de votos, registrando-se a abstenção justificada do conselheiro Osvaldo Abraão de Souza.
Cassilândia Urgente: Mãe de aluno cadeirante reclama dos ônibus escolares por não respeitarem a rampa de acesso na porta do Cmeic, em Cassilândia
Uma mãe de aluno cadeirante da escola CMEIC – Centro Municipal Educacional Vereadora Ilma Costa – recorreu, nesta quarta-feira, 8 de outubro, ao Cassilândia Urgente depois de ter tentado resolver o problema – sem sucesso – junto às autoridades escolares cassilandenses.
Segundo ela, os ônibus do transporte não respeitam a acessibilidade de cadeirante ao estacionar interropendo a rampa existente na porta da escola.
A mãe reclama que tem que dar volta empurrando a cadeira de rodas pela calçada “horrível de andar”.
Ela espera apenas que os motoristas de ônibus tenham o bom senso de respeitar a acessibilidade de cadeirantes.
Com certeza não é pedir muito.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.




SEJA SOLIDÁRIO! Ajude Luís Fernando Oliveira Souza a representar Cassilândia e Mato Grosso do Sul em Olimpíada Estudantil no Rio de Janeiro
Olá, me chamo Luís Fernando Oliveira Souza, sou de Cassilândia – MS, aluno da 2° série do Ensino Médio da Escola Evangélica Avivamento Bíblico e participei da 26ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). A OBA é do ramo das olimpíadas científicas, similar à OBMEP. Tais olimpíadas buscam incentivar os alunos a conhecerem mais sobre Ciência, bem como torná-la mais popular entre a sociedade. Após a OBA, e graças à minha nota, fui convidado a participar das seletivas internacionais: diversas provas que têm como objetivo selecionar as equipes que irão representar o Brasil nas Olimpíadas a nível mundial. A primeira fase das seletivas é composta por três provas online, as quais eu fiz e consegui uma média de aproximadamente 8.4. E, com essa pontuação, fui o único estudante do Mato Grosso do Sul a passar para a próxima fase, que ocorrerá presencialmente em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, nos dias 11 a 15 de março. Portanto, por conta do custo de deslocamento e da hospedagem no hotel em que as provas serão realizadas, preciso de uma ajuda financeira para que isso seja possível.
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Revista digital de Natal 2023 do Cassilândia Urgente
Veja agora as mensagens e ofertas das empresas e dos profissionais de Cassilândia especialmente para você neste período de Natal e Ano Novo.
Veja também a revista em formato PDF.

Cassilândia: Morre a quarta pessoa vítima de Covid-19
Morreu nesta segunda-feira, 17 de agosto, a quarta pessoa vítima de Covid-19 em Cassilândia, de nome Carol Canovas, que trabalhava como recepcionista em hospital.
Ela tinha 32 anos, era casada com Wilian Santos, era membro da Igreja Metodista e deixa duas filhas, sendo uma de dez e outra de 12 anos.
O óbito foi confirmado pelo secretário municipal de Saúde, José Lourenço Braga Marin.
Voltaremos a informar.

Cassilândia: Moradora reivindica asfalto e iluminação na Rua Luiz Machado, no Jardim Minas Gerais
Uma moradora do Bairro Jardim Minas Gerais enviou à redação do Cassilândia Urgente reivindicação para que a Prefeitura Municipal faça a pavimentação asfáltica e instale iluminação pública na Rua Luiz Machado.
O pedido da moradora foi encaminhado hoje cedo, segunda-feira, 4 de maio, ao prefeito Jair Boni para as devidas providências.


10ª Conferência Municipal de Saúde reuniu comunidade e profissionais para debater políticas públicas em Cassilândia



Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do Brasil
Futebol cresceu no país com ajuda de brasileiros
Após empatar com a Suécia, o Japão garantiu vaga na próxima fase e será o adversário da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. Os dois vão se enfrentar na segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos, um dos países-sedes da competição.

A partida marca o início do mata-mata do Mundial, fase que reúne 32 seleções na disputa pelo título.
A seleção japonesa ficou em segundo lugar no Grupo F, liderado pela Holanda. Na fase de grupo, a equipe asiática goleou a Tunísia, marcando quatro gols contra o time africano, desclassificado da competição. Na disputa contra a Holanda, o placar ficou empatado em 2 a 2, na primeira rodada do Mundial.
O Japão é uma seleção com nível técnico crescente e o confronto não tem favorito, avalia a comentarista de futebol daTV Brasil e da Rádio Nacional, Luciana Zogaib.
“[O Japão] É uma seleção que joga em transição rápida, é uma equipe que tem equilíbrio emocional, mesmo quando sai atrás, consegue buscar o resultado, como aconteceu na partida contra a Holanda”.
Em 2025, o Japão também derrotou o Brasil de virada, em um amistoso, no final de 2025, em Tóquio, por 3 a 2. Na ocasião, o técnico do time brasileiro, Carlo Ancelotti, pediu que os jogadores brasileiros desenvolvessem “resiliência mental” e disse que a equipe precisava aprender com os erros.
“Os japoneses têm o mental forte e nós vamos colocar o nosso [emocional] à prova neste jogo”, brincou Zogaib.
A comentarista também lembrou que, desde o confronto com o Brasil, ano passado, o Japão não perdeu nenhum jogo. “Eles chegam motivados à Copa”, frisou.
A evolução do futebol japonês é nítido, acrescentou Rachel Motta, também comentarista esportiva da TV Brasil. Ela chama atenção para a agilidade do time no contra-ataque.
“A equipe japonesa pode não ter tantos jogadores habilidosos ou com mais nome, porém, o contra-ataque japonês é a arma deles, que marcam muito bem, e aí, a gente precisa mostrar habilidade”, cobrou.
“Além do Vini Jr. não temos visto tanta habilidade na seleção brasileira”, criticou.
Zico e o futebol japonês
A perspectiva do duelo mexe com os torcedores brasileiros, que viram o crescimento do futebol japonês. O país contou com experts brasileiros, como o jogador Zico, Arthur Antunes Coimbra. Ele contribuiu para a profissionalização do esporte no país asiático e comandou a seleção nipônica na Copa de 2006.
“Que o flamenguista não fique chateado, mas com o Flamengo foram 20 anos e com o Japão foram 22”, brincou, em entrevista à Agência brasil, em abril.
Fora de campo, os dois países possuem uma longa relação, considerando como marco a chegada de 800 japoneses no navio Kasato Maru, em 1908, que vieram trabalhar nas lavouras de café, em São Paulo.
Atualmente, o Japão é um dos principais parceiros do Brasil na Ásia. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os países, nos últimos anos, vêm buscando estreitar parcerias e cooperações na área comercial em ciência e tecnologia.
Entre as áreas mais promissoras, de acordo com o órgão, destacam-se tecnologias da informação e das comunicações, aeroespacial, robótica, ciências médicas e saúde e energias renováveis.
O Japão é também um dos maiores investidores do Brasil, com US$ 22,8 bilhões em estoque (investido ou em circulação). Os investimentos japoneses são diversificados e incluem setores como o automotivo, de materiais elétricos e siderurgia.
Em 2023, o dado mais recente indica que o intercâmbio comercial bilateral foi de US$ 11,7 bilhões, com superávit para o Brasil de US$ 1,5 bilhão. As exportações brasileiras para o Japão foram, na maior parte, de produtos como minério de ferro, frango, café, alumínio e milho, enquanto as importações incluíram autopeças, compostos químicos, instrumentos de medição e controle e circuitos integrados.
Japoneses escolheram São Paulo
Desde a chegada do navio Kasato Maru a São Paulo, a comunidade nipônica cresceu. A Embaixada Japonesa estima que 2 milhões de japoneses e seus descendentes vivem no país, a maior população nipônica fora do Japão. E, como não poderia ser diferente, a influência cultural deixou marcas, em diversas áreas, como agricultura, gastronomia e artes marciais.
São Paulo conta com a maior comunidade japonesa do Brasil. O bairro da Liberdade chega a ter toda a atmosfera do Japão, com fachadas escritas com ideogramas e arquitetura oriental.
Mas há outras cidades brasileiras também marcadas pela presença desses imigrantes, como Assaí, no Paraná; Ivoti, no Rio Grande do Sul; e Tomé-Açu, no Pará.
De acordo com o MRE, os japoneses são cerca de quatro em cada dez dos 1 milhão de estrangeiros vivendo no Brasil. Já no país insular, do outro lado do globo, vivem 200 mil brasileiros, nas contas do governo japonês.
“O elo humano é um dos principais patrimônios das relações Brasil-Japão e fomenta o diálogo e a cooperação”, afirmou o ministério. Agência Brasil
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Deliberações do Conselho Estadual de Controle Ambiental dão aval para projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas no interior de MS
O Ceca-MS (Conselho Estadual de Controle Ambiental de Mato Grosso do Sul) deu aval para a instalação de duas novas Pequenas Centrais Hidrelétricas em Ribas do Rio Pardo e Cassilândia. Os projetos avançam na esteira do crescimento da demanda por energia limpa para abastecer as indústrias e o setor produtivo regional.
Conforme a publicação no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (25), as autorizações de Licença Prévia constam nas deliberações Ceca número 147 e 148, assinadas pelo secretário em exercício da pasta de Meio Ambiente, Alex Marcel Melotto.
Assim, a PCH Ribas, de responsabilidade da Cinetix Participações Societárias Ltda, obteve o parecer técnico favorável aprovado por maioria de votos, registrando-se a abstenção justificada do conselheiro Osvaldo Abraão de Souza.







