Desavença no pagamento de programa em motel vai parar na delegacia

Foto: Marcos Morandi, Midiamax

Uma discordância financeira entre um homem de 43 anos e uma garota de programa de 22, foi para na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados. A confusão aconteceu na madrugada desta sexta-feira em um motel do bairro Jardim Brasília.

De acordo com informações constantes do Boletim de Ocorrência, equipe da Polícia Militar foi acionada para até um motel na rua Nilson Vieira de Mattos.

Aos policiais a mulher relatou ter sido contratada, por meio de WhatsApp, por R$ 300 a hora. Após o programa sexual, ela solicitou o pagamento que seria efetuado por meio de de PIX.

O contratante disse que não possuía o valor, sequer para pagar os R$ 90 da suíte do motel. O denunciado, que já possui algumas denúncias por falta de pagamento em serviços contratados anteriormente, foi detido encaminhado para a delegacia.

Midiamax

 

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Denuncia anônima leva Conselho Tutelar à adolescente agredido com fio de carregador pela mãe

conselho tutelar caso sophia

(Foto: Arquivo, Midiamax)

A denuncia de maus tratos na Polícia Civil foi feita pelo Conselho Tutelar na tarde desta sexta-feira (7) em Ribas do Rio Pardo, cidade a 97 km de Campo Grande.

Os conselheiros informaram que receberam uma denúncia anônima via whatsapp informando que em certo endereço havia um menino, de 12 anos, sendo agredido pela mãe.

Consta na mensagens que na quarta-feira (5) o adolescente foi agredido com um fio de carregador de celular e na noite de quinta-feira (6) voltou a ser agredido pela mãe, desta vez com socos nas costas, deixando hematomas.

Os conselheiros então foram até a casa onde encontraram o menino brincando na rua. Ele disse que estava sob os cuidados da avó paterna no momento.

Diante da denuncia, a avó e o menino foram encaminhados para a Delegacia.

Midiamax

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Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos

Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos na BR-262

Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos na BR-262

O grave acidente que aconteceu na tarde de quinta-feira (6) na BR-262 entre Ribas do Rio Pardo e Água Clara envolveu 5 veículos e matou duas pessoas. Uma carreta ainda pegou fogo com o impacto da colisão. Um carro também foi destruído pelas chamas.

Conforme a ocorrência, o motorista Reinan Vieira Verdugo, de 48 anos, que morreu no local, conduzia uma carreta tritem carregada com eucalipto, quando por motivos desconhecidos, não teria parado na rodovia, no trecho em que ocorria manutenção e estava sendo feito sistema de PARE e SIGA.

Ao não reduzir no trecho, ele acabou colidindo na traseira de um veículo Jetta. O condutor do carro contou que ao perceber que seria atingido, o motorista do Jetta virou o volante e no momento da batida seu veículo foi jogado para fora da pista.

Carreta pegou fogo e BMW ficou destruída depois de ser prensada em acidente

Em seguida a carreta de Reinan prensou um carro BMW na traseira de outro caminhão. Na BMW estava o motorista Luiz Antônio Calil, 76 anos, que também morreu no local. Luiz estava acompanhado da esposa, que foi socorrida ao hospital.

O caminhão que teve a BMW prensada na traseira, também acabou atingindo outro caminhão a frente.

A carreta de Reinan acabou tombando a frente em um barranco e pegou fogo. Por estar carregado de madeira o incêndio se alastrou e atingiu o Jetta, que foi totalmente destruído. Como Reinan ficou preso às ferragens, não conseguindo sair a tempo, morreu carbonizado.

A esposa de Luiz e os ocupantes do Jetta foram socorridos ao hospital de Água Clara.

Midiamax

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Vítima de sequestro em Paranaíba é localizada pela Polícia Militar em Chapadão do Céu, Goiás

Vítima de sequestro em Paranaíba é localizada pela Polícia Militar em Chapadão do Céu, Goiás

(FOTO: Divulgação 46º BPM)

Nesta segunda-feira (03), os policiais militares do Tático do 46º BPM tomaram conhecimento de um sequestro ocorrido na noite anterior na cidade de Paranaíba (MS).

A vítima estava em um bar quando foi surpreendida por três pessoas e colocada a força dentro de um veículo. A equipe colheu informações e, após diligências, localizaram a vítima em Chapadão do Céu (GO). Ela contou que estava em cárcere privado por sua ex-namorada, que não aceitava o fim do relacionamento.

A autora, de 26 anos, possui passagem por Tráfico de drogas e foi apresentada à delegacia local para demais providências. Os outros dois envolvidos, um homem e uma mulher, foram identificados.

FONTE: MS TODO DIA

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Ex-lutadora condenada por matar enteado é encontrada enforcada em presídio

Jéssica Leite Ribeiro, condenada por matar o enteado e encontrada morta hoje (Foto: Arquivo)

Condenada por assassinar o enteado de um ano e meio, a ex-lutadora de MMA Jéssica Leite Ribeiro, 27, foi encontrada morta na noite desta quarta-feira (6) no Estabelecimento Penal Feminino Carlos Alberto Jonas Giordano, em Corumbá, a 428 km de Campo Grande.

O crime ocorreu no dia 16 de agosto de 2018 em Dourados. Em 10 de março de 2020, Jéssica foi julgada e condenada a 17 anos e seis meses de reclusão em julgamento que durou 15 horas. Entretanto, como Dourados não possui presídio feminino de regime fechado, ela cumpria pena em Corumbá.

Conforme as primeiras informações apuradas sobre o caso, Jéssica teria comentado com companheiras de cela que não aguentava mais a situação e iria colocar fim à própria vida como forma de “alívio”. Por volta de 23h10 de ontem, ela foi encontrada enforcada com um lençol amarrado na janela do banheiro da cela.

De acordo com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Jéssica dividia cela com outras duas internas. Elas relataram que estavam dormindo e quando perceberam, Jéssica já estava morta. A perícia da Polícia Civil foi acionada. A agência informou que também vai apurar as circunstâncias do caso.

A progressão de Jéssica Ribeiro para o regime semiaberto estava prevista para junho de 2024. O corpo vai ser encaminhado para velório e enterro em Dourados.

O crime – Jéssica foi denunciada por homicídio qualificado por meio cruel, acusada de ter pisado propositalmente no enteado e ter incentivado a irmã dele, de 3 anos, a apertar a barriga do menino acreditando que ele chorava por estar constipado.

Ainda em 2020, a defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul pedindo novo júri, mas a 1ª Câmara Criminal negou, por unanimidade, a anulação do julgamento por júri popular.

“Não há que se falar em nulidade do julgamento, eis que o dolo é inequívoco”, afirmou a 1ª Câmara Criminal. A decisão de segunda instância recordou que Jéssica tinha colocado o bebê sobre uma bancada para preparar a mamadeira. A criança caiu e começou a chorar.

Jéssica teria ficado irritada e ao perceber que o menino fazia força, acreditando que se encontrava constipado, determinou que a irmã subisse em cima da barriga dele.

“A vítima, obviamente, não cessava o choro, no que a ré ajoelhou-se, apertou com muita força a barriga, flexionou-lhe as pernas, pisou-lhe nas costelas, pedindo, a todo tempo, para a menina apertar a barriga do irmão. A criança, já no colo da ré, suspirou e morreu”, afirmou o Tribunal. “Se comprovou que o meio impingido prolongou em demasia o sofrimento da criança, além de ter exposto sua irmã a uma cena de horror inesquecível”.

Casa onde menino foi morto e ao fundo, Jéssica Ribeiro conversando com delegado (Foto: Adilson Domingos)
Casa onde menino foi morto e ao fundo, Jéssica Ribeiro conversando com delegado (Foto: Adilson Domingos)

 

Pai da criança – O então companheiro de Jéssica e pai do menino, o também lutador de MMA Joel Rodrigo Ávalo dos Santos, 30, o “Joel Tigre”, também foi denunciado pelo crime e passou um ano e sete meses no presídio.

No julgamento, no entanto, ele foi condenado apenas por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), por omissão e negligência, pois deixava a criança aos cuidados da mulher mesmo sabendo das agressões. Como há havia cumprido a pena de um ano e 15 dias, foi solto logo após o júri.

O bebê morreu na casa onde Joel morava com Jéssica, na Rua Presidente Kennedy, no Jardim Márcia, região leste de Dourados. A mãe da criança tinha a guarda dos filhos, mas havia deixado o menino e a irmã maior com o pai.

Além dos hematomas na cabeça, constatados por socorristas do Samu (Serviço Móvel de Urgência), a criança teve trauma no tórax e laceração no fígado, que comprovaram as agressões. A causa da morte foi choque hemorrágico provocado por agressão externa.

Por Helio de Freitas, CAMPO GRANDE NEWS

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Desavença no pagamento de programa em motel vai parar na delegacia

Foto: Marcos Morandi, Midiamax

Uma discordância financeira entre um homem de 43 anos e uma garota de programa de 22, foi para na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados. A confusão aconteceu na madrugada desta sexta-feira em um motel do bairro Jardim Brasília.

De acordo com informações constantes do Boletim de Ocorrência, equipe da Polícia Militar foi acionada para até um motel na rua Nilson Vieira de Mattos.

Aos policiais a mulher relatou ter sido contratada, por meio de WhatsApp, por R$ 300 a hora. Após o programa sexual, ela solicitou o pagamento que seria efetuado por meio de de PIX.

O contratante disse que não possuía o valor, sequer para pagar os R$ 90 da suíte do motel. O denunciado, que já possui algumas denúncias por falta de pagamento em serviços contratados anteriormente, foi detido encaminhado para a delegacia.

Midiamax

 

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Denuncia anônima leva Conselho Tutelar à adolescente agredido com fio de carregador pela mãe

conselho tutelar caso sophia

(Foto: Arquivo, Midiamax)

A denuncia de maus tratos na Polícia Civil foi feita pelo Conselho Tutelar na tarde desta sexta-feira (7) em Ribas do Rio Pardo, cidade a 97 km de Campo Grande.

Os conselheiros informaram que receberam uma denúncia anônima via whatsapp informando que em certo endereço havia um menino, de 12 anos, sendo agredido pela mãe.

Consta na mensagens que na quarta-feira (5) o adolescente foi agredido com um fio de carregador de celular e na noite de quinta-feira (6) voltou a ser agredido pela mãe, desta vez com socos nas costas, deixando hematomas.

Os conselheiros então foram até a casa onde encontraram o menino brincando na rua. Ele disse que estava sob os cuidados da avó paterna no momento.

Diante da denuncia, a avó e o menino foram encaminhados para a Delegacia.

Midiamax

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Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos

Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos na BR-262

Acidente seguido de incêndio que matou duas pessoas envolveu 5 veículos na BR-262

O grave acidente que aconteceu na tarde de quinta-feira (6) na BR-262 entre Ribas do Rio Pardo e Água Clara envolveu 5 veículos e matou duas pessoas. Uma carreta ainda pegou fogo com o impacto da colisão. Um carro também foi destruído pelas chamas.

Conforme a ocorrência, o motorista Reinan Vieira Verdugo, de 48 anos, que morreu no local, conduzia uma carreta tritem carregada com eucalipto, quando por motivos desconhecidos, não teria parado na rodovia, no trecho em que ocorria manutenção e estava sendo feito sistema de PARE e SIGA.

Ao não reduzir no trecho, ele acabou colidindo na traseira de um veículo Jetta. O condutor do carro contou que ao perceber que seria atingido, o motorista do Jetta virou o volante e no momento da batida seu veículo foi jogado para fora da pista.

Carreta pegou fogo e BMW ficou destruída depois de ser prensada em acidente

Em seguida a carreta de Reinan prensou um carro BMW na traseira de outro caminhão. Na BMW estava o motorista Luiz Antônio Calil, 76 anos, que também morreu no local. Luiz estava acompanhado da esposa, que foi socorrida ao hospital.

O caminhão que teve a BMW prensada na traseira, também acabou atingindo outro caminhão a frente.

A carreta de Reinan acabou tombando a frente em um barranco e pegou fogo. Por estar carregado de madeira o incêndio se alastrou e atingiu o Jetta, que foi totalmente destruído. Como Reinan ficou preso às ferragens, não conseguindo sair a tempo, morreu carbonizado.

A esposa de Luiz e os ocupantes do Jetta foram socorridos ao hospital de Água Clara.

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Vítima de sequestro em Paranaíba é localizada pela Polícia Militar em Chapadão do Céu, Goiás

Vítima de sequestro em Paranaíba é localizada pela Polícia Militar em Chapadão do Céu, Goiás

(FOTO: Divulgação 46º BPM)

Nesta segunda-feira (03), os policiais militares do Tático do 46º BPM tomaram conhecimento de um sequestro ocorrido na noite anterior na cidade de Paranaíba (MS).

A vítima estava em um bar quando foi surpreendida por três pessoas e colocada a força dentro de um veículo. A equipe colheu informações e, após diligências, localizaram a vítima em Chapadão do Céu (GO). Ela contou que estava em cárcere privado por sua ex-namorada, que não aceitava o fim do relacionamento.

A autora, de 26 anos, possui passagem por Tráfico de drogas e foi apresentada à delegacia local para demais providências. Os outros dois envolvidos, um homem e uma mulher, foram identificados.

FONTE: MS TODO DIA

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Ex-lutadora condenada por matar enteado é encontrada enforcada em presídio

Jéssica Leite Ribeiro, condenada por matar o enteado e encontrada morta hoje (Foto: Arquivo)

Condenada por assassinar o enteado de um ano e meio, a ex-lutadora de MMA Jéssica Leite Ribeiro, 27, foi encontrada morta na noite desta quarta-feira (6) no Estabelecimento Penal Feminino Carlos Alberto Jonas Giordano, em Corumbá, a 428 km de Campo Grande.

O crime ocorreu no dia 16 de agosto de 2018 em Dourados. Em 10 de março de 2020, Jéssica foi julgada e condenada a 17 anos e seis meses de reclusão em julgamento que durou 15 horas. Entretanto, como Dourados não possui presídio feminino de regime fechado, ela cumpria pena em Corumbá.

Conforme as primeiras informações apuradas sobre o caso, Jéssica teria comentado com companheiras de cela que não aguentava mais a situação e iria colocar fim à própria vida como forma de “alívio”. Por volta de 23h10 de ontem, ela foi encontrada enforcada com um lençol amarrado na janela do banheiro da cela.

De acordo com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Jéssica dividia cela com outras duas internas. Elas relataram que estavam dormindo e quando perceberam, Jéssica já estava morta. A perícia da Polícia Civil foi acionada. A agência informou que também vai apurar as circunstâncias do caso.

A progressão de Jéssica Ribeiro para o regime semiaberto estava prevista para junho de 2024. O corpo vai ser encaminhado para velório e enterro em Dourados.

O crime – Jéssica foi denunciada por homicídio qualificado por meio cruel, acusada de ter pisado propositalmente no enteado e ter incentivado a irmã dele, de 3 anos, a apertar a barriga do menino acreditando que ele chorava por estar constipado.

Ainda em 2020, a defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul pedindo novo júri, mas a 1ª Câmara Criminal negou, por unanimidade, a anulação do julgamento por júri popular.

“Não há que se falar em nulidade do julgamento, eis que o dolo é inequívoco”, afirmou a 1ª Câmara Criminal. A decisão de segunda instância recordou que Jéssica tinha colocado o bebê sobre uma bancada para preparar a mamadeira. A criança caiu e começou a chorar.

Jéssica teria ficado irritada e ao perceber que o menino fazia força, acreditando que se encontrava constipado, determinou que a irmã subisse em cima da barriga dele.

“A vítima, obviamente, não cessava o choro, no que a ré ajoelhou-se, apertou com muita força a barriga, flexionou-lhe as pernas, pisou-lhe nas costelas, pedindo, a todo tempo, para a menina apertar a barriga do irmão. A criança, já no colo da ré, suspirou e morreu”, afirmou o Tribunal. “Se comprovou que o meio impingido prolongou em demasia o sofrimento da criança, além de ter exposto sua irmã a uma cena de horror inesquecível”.

Casa onde menino foi morto e ao fundo, Jéssica Ribeiro conversando com delegado (Foto: Adilson Domingos)
Casa onde menino foi morto e ao fundo, Jéssica Ribeiro conversando com delegado (Foto: Adilson Domingos)

 

Pai da criança – O então companheiro de Jéssica e pai do menino, o também lutador de MMA Joel Rodrigo Ávalo dos Santos, 30, o “Joel Tigre”, também foi denunciado pelo crime e passou um ano e sete meses no presídio.

No julgamento, no entanto, ele foi condenado apenas por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), por omissão e negligência, pois deixava a criança aos cuidados da mulher mesmo sabendo das agressões. Como há havia cumprido a pena de um ano e 15 dias, foi solto logo após o júri.

O bebê morreu na casa onde Joel morava com Jéssica, na Rua Presidente Kennedy, no Jardim Márcia, região leste de Dourados. A mãe da criança tinha a guarda dos filhos, mas havia deixado o menino e a irmã maior com o pai.

Além dos hematomas na cabeça, constatados por socorristas do Samu (Serviço Móvel de Urgência), a criança teve trauma no tórax e laceração no fígado, que comprovaram as agressões. A causa da morte foi choque hemorrágico provocado por agressão externa.

Por Helio de Freitas, CAMPO GRANDE NEWS

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