Vingança por tráfico de drogas: trio é preso por execução de homem

moreninhas

Trio foi preso em Ribas do Rio Pardo (Divulgação, Polícia Civil)

A Polícia Civil divulgou, nesta quinta-feira (12), a prisão de três homens pela execução de Moraci Pereira Brandão, de 48 anos, executado a tiros quando chegava em casa na sua BMW, no bairro Moreninhas, em Campo Grande, no dia 11 de fevereiro. O crime teria sido motivado por vingança e envolvimento no tráfico de drogas.

Segundo a polícia, imagens captadas por câmeras de segurança revelaram que os três autores chegaram ao local do crime em um VW Gol, de cor branca, dois deles descendo para efetuar os disparos e um permanecendo na direção.

Os que efetuaram os disparos utilizavam máscaras e coletes balísticos e as armas utilizadas, pistolas calibre 9mm, possuíam seletor de rajada e carregador com capacidade para trinta disparos.

Ainda de acordo com as investigações, após o assassinato, o Gol foi incendiado no Jardim Itamaracá. Um Kia Sorento foi utilizado para a locomoção em seguida.

Planejamento

A DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) e a Polícia Militar apreenderam, no dia seguinte ao crime, as armas de fogo utilizadas no homicídio, as quais se encontravam enterradas, dentro de um cano de PVC, em um imóvel desocupado localizado no bairro Jardim das Cerejeiras.

A partir de então, as investigações apontam que o trio planejou matar Moraci, sendo utilizados três automóveis para a execução do crime, sendo que um outro Gol, também na cor branca, monitorou por vários dias o imóvel onde a vítima residia.

Contudo, a polícia informa que cinco indivíduos participaram diretamente do crime, quais sejam, os três que ocupavam o Gol que abordou a vítima, o que dirigia a Sorento e o que, em outro Gol, a monitorou por dias.

Motivação

Sobre a motivação do crime, apurou-se que Moracir foi morto após um desentendimento entre lideranças de organização criminosa e a vítima, fato que ocorreu enquanto esta permaneceu encarcerada pela prática de tráfico de drogas.

Três, dos cinco envolvidos diretamente no crime de pistolagem, saíram de Ribas de Rio Pardo a Campo Grande para praticar o homicídio.

“Diante desse quadro, notadamente de indícios de que outro crime na mesma modalidade seria praticado, fora apresentado pedido de Prisão Preventiva dos autores, pleito deferido pelo Poder Judiciário”, releva a Polícia Civil.

Os três foram presos na tarde de quarta-feira (11), em Ribas do Rio Pardo, reunidos em uma Mercedes de luxo.

As investigações da Operação Sicários continuam com o escopo de prender aqueles que participaram diretamente da execução do delito e, igualmente, dos mandantes.

Midiamax

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Três Lagoas: Mulher é condenada a 17 anos de prisão por envenenar e esquartejar o marido em MS

Aparecida Graciano de Souza, 64 anos, foi condenada a 17 anos e 4 meses de prisão, em regime fechado, por ter envenenado e esquartejado o marido, Antônio Ricardo Cantarin, em crime ocorrido em maio de 2023, em Selvíria (MS). Além disso, a dona de casa foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos.

O julgamento foi realizado nesta terça-feira, na 1ª Vara Criminal de Três Lagoas e terminou às 18h30.

O juiz Rodrigo Pedrini Marcos, que presidiu a sessão, leu a sentença de condenação, com pena de 12 anos de prisão pelo homicídio, tendo como agravante o fato de ter usado veneno e simulação, com esquartejamento do corpo, que foi jogado em rodovia de Selvíria. Com isso, a pena foi elevada para 16 anos e 4 meses de reclusão. A dosimetria da pena levou em consideração, como atenuante, a confissão do crime.

A pena ainda foi elevada em 1 ano e 10 dias-multa pela ocultação de cadáver, sendo finalizada em 17 anos e 4 meses de reclusão, para ser cumprida em regime fechado, mesmo sob recurso.

Aparecida Graciano foi presa no dia 26 de maio de 2023. Um dia antes, a Polícia Civil tinha encontrado perto da BR-158, área rural de Selvíria, o tronco de homem, dentro de uma mala. A equipe já havia recebido a denúncia de vizinhos de Antônio, preocupados como sumiço dele.

Inicialmente, ela negou o crime, mas, depois confessou. A tese da defesa é que o crime foi cometido depois que a idosa soube que era constantemente estuprada quando estava inconsciente, por conta da embriaguez.

Corpo foi esquartejado, colocado em uma mala e jogado às margens de rodovia (Foto/Arquivo)

Esses abusos teriam começado a partir do sexto mês de relacionamento, quando ela passou a sentir dores no reto e na garganta, além de apresentar hematomas. Justificou não ter procurado um médico por medo de receber diagnóstico de câncer — doença comum entre seus familiares.

Em maio de 2023, dias antes do crime, notou hematomas nas costas. Disse que, em certo momento, o marido resolveu confessar o que fazia, admitindo os estupros e afirmando que a lesão ocorreu quando a empurrou perto da porta. “Ele falou que, se eu me separasse, ia mandar alguém atrás de mim, ia me matar, matar meus filhos, meus netos”, contou, chorando.

A acusação, no entanto, alegava que ela tinha interesse financeiro, já que cuidava dos bens do marido.

Campo Grande News

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SOLIDARIEDADE! Ex-morador de Cassilândia está rifando o carro para pagar tratamento de saúde

Gustavo Muzeti foi morador de Cassilândia, pai amoroso, amigo leal e ser humano de coração gigante, está enfrentando a maior batalha da sua vida e agora, precisa da nossa ajuda.
Em 27 de julho de 2024, sem qualquer aviso, Gustavo passou mal. Seu intestino simplesmente paralisou, dando início a uma luta que ninguém está preparado para enfrentar. Desde então, ele passou por 4 cirurgias no intestino e só agora, em maio de 2025, pôde voltar para casa. Mas o retorno não foi como esperávamos.
Gustavo foi diagnosticado com Síndrome do Intestino Curto (SIC), uma condição grave que impede seu corpo de absorver os nutrientes necessários para viver com qualidade. Ele precisa de cuidados especiais, inclusive de medicação, essencial para manter sua saúde e integridade nesse momento tão delicado.
Mesmo tendo pago seu plano de saúde por anos, sem falhar nunca no pagamento, e mal usando o serviço, o serviço Home Care foi negado, e agora a família trava uma batalha judicial para garantir um direito básico e a medicação essencial para sobrevivência. Mas o tempo não espera. Gustavo precisa do tratamento hoje, e a urgência falou mais alto.
Por isso, sua família decidiu fazer o impensável: rifar o próprio carro para custear o tratamento. Um gesto de amor, de sacrifício e, acima de tudo, de esperança.
Ajude como puder.
Cada centavo é uma semente de vida para Gustavo.

PARA CONTRIBUIR, ENTRE NESTE LINK: Rifa Honda Fit Pagar primeiro mês do meu tratamento em Home Care | Rifei

Para fazer doações via Pix: 67 991609191 Gustavo Marques Muzeti

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MS lidera taxas de feminicídio e estupro no País

Mato Grosso do Sul apresenta queda nos homicídios dolosos em 2024, com 421 casos e taxa de 14,01 por 100 mil habitantes, abaixo da média nacional. Entretanto, o estado registrou aumento nos feminicídios, com 35 casos e a segunda maior taxa do país (2,39 por 100 mil mulheres), mais que o dobro da média nacional. Os estupros também apresentaram números elevados, com 2.715 casos e a quarta maior taxa do país, apesar de uma queda em relação ao ano anterior.

O estado também se destacou negativamente nos latrocínios, com aumento de 266,67% em relação a 2023, e liderou o ranking de mortes sem indícios de crime e sem esclarecimento. Em contraponto, MS não registrou mortes por intervenção de agentes de Estado e apresentou baixo número de roubos de veículos. Além disso, o estado se consolidou como principal ponto de apreensão de drogas no país, com 579.419 quilos de maconha apreendidos.

Com isso, MS atingiu a segunda maior taxa do País: 2,39 feminicídios por 100 mil mulheres, mais que o dobro da média nacional (1,34). A região Centro-Oeste apresentou a maior taxa regional, com 1,87 casos por 100 mil mulheres.

A maioria absoluta das vítimas de homicídio no estado continua sendo homens (356), evidenciando o recorte de gênero da violência letal, mas os dados reforçam a necessidade de políticas públicas específicas para a proteção das mulheres’, diz a publicação.

Mato Grosso do Sul também aparece entre os estados com maior número absoluto e taxa proporcional de estupros. Em 2024, foram 2.715 casos registrados, sendo 1.968 vítimas mulheres e 259 homens. A taxa estadual foi de 81,46 casos por 100 mil habitantes, a quarta maior do país e mais que o dobro da média nacional (39,10). Ainda assim, houve uma queda de 14,98% em relação ao ano anterior.

Crimes – Nos homicídios dolosos, quando há intenção, MS mantém uma posição intermediária no ranking nacional. São Paulo (5,17), Santa Catarina (6,20) e o Distrito Federal (6,81) tiveram as menores taxas proporcionais do País, enquanto Ceará (34,42), Pernambuco (33,55) e Alagoas (30,96) registraram os maiores índices.

Entre as vítimas de homicídio em território sul-mato-grossense, 356 eram homens, 57 mulheres e oito pessoas sem identificação de sexo. O Estado também registrou 696 tentativas de homicídio ao longo do ano.

Outro dado alarmante é o crescimento dos latrocínios (roubos seguidos de morte). Em 2024, Mato Grosso do Sul registrou 22 casos, um aumento de 266,67% em relação aos 6 casos do ano anterior, o maior crescimento percentual entre todos os estados. No Brasil, foram 956 latrocínios, o que representa uma média de três casos por dia e uma leve queda de 1,65% em relação a 2023.

O Estado também liderou o ranking nacional de mortes sem indícios de crime e sem esclarecimento: foram 798 registros, o que equivale a 27,5 por 100 mil habitantes, a maior taxa brasileira.

Já em relação aos desaparecimentos, Mato Grosso do Sul teve 391 casos em 2024, o segundo menor número proporcional do Brasil. São Paulo liderou com 19.966 desaparecidos, e o Acre teve o menor número absoluto (376).

Outros indicadores – O número de suicídios cresceu 67,84% em MS, passando de 171 para 287 casos. A taxa foi de 9,89 por 100 mil habitantes, a sétima maior do país. Nacionalmente, os maiores números absolutos foram registrados em São Paulo (2.921), Minas Gerais (2.006) e Rio Grande do Sul (1.506), com taxas que variam entre 6,35 e 13,41.

Em 2024, o Brasil contabilizou 6.134 mortes por intervenção de agentes de Estado. Na contramão de estados como Bahia (1.557) e São Paulo (813), Mato Grosso do Sul não registrou nenhuma morte causada por agentes públicos, mantendo o mesmo resultado de 2023. No entanto, quatro suicídios de agentes foram registrados no Estado no mesmo período.

Por fim, MS teve 347 mortes no trânsito, 2.728 furtos de veículos e 315 roubos de veículos — o que representa a segunda menor taxa do País (16,01 por 100 mil habitantes), atrás apenas de Goiás (14,29). Não houve registros de roubos de carga nem a instituições financeiras em 2024. Já o número de pessoas desaparecidas foi baixo, com 391 registros.

Tráfico de drogas e apreensões – O Mato Grosso do Sul foi responsável por 92,93% das apreensões da região Centro-Oeste e 41,04% do total nacional, consolidando-se como o principal ponto de apreensão no País. Foram 579.419 quilos de maconha apreendidas, maior quantia das unidades federativas. O segundo foi o Paraná (482.868) e São Paulo (147.868).

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Mato Grosso do Sul registra morte por coqueluche e SES alerta para vacinação

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Estado já soma 40 casos da doença em 2025; bebê de um mês morreu após mãe não receber vacina

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) emitiu alerta sobre a importância da vacinação contra a coqueluche, após o aumento de casos no país e a morte de um bebê no estado.

Em 2025, já são 40 casos confirmados da doença em MS, além de sete sob investigação. A vítima era um recém-nascido de um mês, cuja mãe não havia tomado a vacina dTpa durante a gravidez, como preconizado pelo Ministério da Saúde.

A coqueluche é altamente contagiosa e afeta principalmente bebês. A vacinação é gratuita pelo SUS. Gestantes devem receber a dTpa a partir da 20ª semana de gestação. Crianças devem seguir o calendário básico: três doses da pentavalente aos 2, 4 e 6 meses, e dois reforços com DTP aos 15 meses e aos 4 anos.

Apesar da alta cobertura vacinal no estado — com mais de 99% para a pentavalente e DTP, e 92% para a dTpa —, a SES reforça a necessidade de manter a imunização atualizada.

Dados nacionais apontam 7.486 casos e 29 mortes por coqueluche em 2024, sendo a maioria entre bebês com menos de um ano de idade.

Diante do cenário, a SES orienta vigilância ativa, diagnóstico precoce e início imediato do tratamento. A recomendação inclui também monitoramento de contatos e reforço nas ações de prevenção nos municípios.

Fonte: MS Todo Dia
Foto: Divulgação

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Homem em liberdade condicional invade casa, estupra e tenta matar mulher a facadas em MS

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Liberdade condicional do agressor foi quebrada no mesmo dia do crime; vítima foi ferida oito vezes.

Uma noite de terror marcou o último domingo (8) em Angélica, quando uma mulher teve sua residência invadida por um homem de 33 anos que a estuprou e a atacou com oito golpes de faca. Eduardo Henrique da Silva Gomes, o suspeito, foi detido pela polícia na manhã desta segunda-feira (9).

De acordo com a Polícia Civil, Eduardo, conhecido na região como “Perereca”, arrombou a casa da vítima durante a noite. A mulher, que não conhecia o agressor, foi violentada sexualmente diversas vezes sob efeito de cocaína. Em seguida, Eduardo desferiu oito facadas contra a vítima: cinco no braço direito, duas nas costas e uma no rosto.

A mulher foi socorrida primeiramente no hospital de Angélica e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser transferida para uma unidade de saúde em Nova Andradina. Apesar da violência do ataque, informações médicas indicam que ela não corre risco de morte.

A prisão de Eduardo ocorreu na manhã seguinte ao crime, resultado de diligências da polícia. Ele estava em liberdade condicional e havia rompido a tornozeleira eletrônica que utilizava no próprio dia do ataque. Agora, ele deverá responder judicialmente por tentativa de homicídio, além de outros crimes relacionados à invasão e violência sexual. A Polícia Civil informou que não havia nenhum vínculo anterior entre o agressor e a vítima. O caso segue sob investigação.

Jornal MS Todo Dia

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Vingança por tráfico de drogas: trio é preso por execução de homem

moreninhas

Trio foi preso em Ribas do Rio Pardo (Divulgação, Polícia Civil)

A Polícia Civil divulgou, nesta quinta-feira (12), a prisão de três homens pela execução de Moraci Pereira Brandão, de 48 anos, executado a tiros quando chegava em casa na sua BMW, no bairro Moreninhas, em Campo Grande, no dia 11 de fevereiro. O crime teria sido motivado por vingança e envolvimento no tráfico de drogas.

Segundo a polícia, imagens captadas por câmeras de segurança revelaram que os três autores chegaram ao local do crime em um VW Gol, de cor branca, dois deles descendo para efetuar os disparos e um permanecendo na direção.

Os que efetuaram os disparos utilizavam máscaras e coletes balísticos e as armas utilizadas, pistolas calibre 9mm, possuíam seletor de rajada e carregador com capacidade para trinta disparos.

Ainda de acordo com as investigações, após o assassinato, o Gol foi incendiado no Jardim Itamaracá. Um Kia Sorento foi utilizado para a locomoção em seguida.

Planejamento

A DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) e a Polícia Militar apreenderam, no dia seguinte ao crime, as armas de fogo utilizadas no homicídio, as quais se encontravam enterradas, dentro de um cano de PVC, em um imóvel desocupado localizado no bairro Jardim das Cerejeiras.

A partir de então, as investigações apontam que o trio planejou matar Moraci, sendo utilizados três automóveis para a execução do crime, sendo que um outro Gol, também na cor branca, monitorou por vários dias o imóvel onde a vítima residia.

Contudo, a polícia informa que cinco indivíduos participaram diretamente do crime, quais sejam, os três que ocupavam o Gol que abordou a vítima, o que dirigia a Sorento e o que, em outro Gol, a monitorou por dias.

Motivação

Sobre a motivação do crime, apurou-se que Moracir foi morto após um desentendimento entre lideranças de organização criminosa e a vítima, fato que ocorreu enquanto esta permaneceu encarcerada pela prática de tráfico de drogas.

Três, dos cinco envolvidos diretamente no crime de pistolagem, saíram de Ribas de Rio Pardo a Campo Grande para praticar o homicídio.

“Diante desse quadro, notadamente de indícios de que outro crime na mesma modalidade seria praticado, fora apresentado pedido de Prisão Preventiva dos autores, pleito deferido pelo Poder Judiciário”, releva a Polícia Civil.

Os três foram presos na tarde de quarta-feira (11), em Ribas do Rio Pardo, reunidos em uma Mercedes de luxo.

As investigações da Operação Sicários continuam com o escopo de prender aqueles que participaram diretamente da execução do delito e, igualmente, dos mandantes.

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Três Lagoas: Mulher é condenada a 17 anos de prisão por envenenar e esquartejar o marido em MS

Aparecida Graciano de Souza, 64 anos, foi condenada a 17 anos e 4 meses de prisão, em regime fechado, por ter envenenado e esquartejado o marido, Antônio Ricardo Cantarin, em crime ocorrido em maio de 2023, em Selvíria (MS). Além disso, a dona de casa foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos.

O julgamento foi realizado nesta terça-feira, na 1ª Vara Criminal de Três Lagoas e terminou às 18h30.

O juiz Rodrigo Pedrini Marcos, que presidiu a sessão, leu a sentença de condenação, com pena de 12 anos de prisão pelo homicídio, tendo como agravante o fato de ter usado veneno e simulação, com esquartejamento do corpo, que foi jogado em rodovia de Selvíria. Com isso, a pena foi elevada para 16 anos e 4 meses de reclusão. A dosimetria da pena levou em consideração, como atenuante, a confissão do crime.

A pena ainda foi elevada em 1 ano e 10 dias-multa pela ocultação de cadáver, sendo finalizada em 17 anos e 4 meses de reclusão, para ser cumprida em regime fechado, mesmo sob recurso.

Aparecida Graciano foi presa no dia 26 de maio de 2023. Um dia antes, a Polícia Civil tinha encontrado perto da BR-158, área rural de Selvíria, o tronco de homem, dentro de uma mala. A equipe já havia recebido a denúncia de vizinhos de Antônio, preocupados como sumiço dele.

Inicialmente, ela negou o crime, mas, depois confessou. A tese da defesa é que o crime foi cometido depois que a idosa soube que era constantemente estuprada quando estava inconsciente, por conta da embriaguez.

Corpo foi esquartejado, colocado em uma mala e jogado às margens de rodovia (Foto/Arquivo)

Esses abusos teriam começado a partir do sexto mês de relacionamento, quando ela passou a sentir dores no reto e na garganta, além de apresentar hematomas. Justificou não ter procurado um médico por medo de receber diagnóstico de câncer — doença comum entre seus familiares.

Em maio de 2023, dias antes do crime, notou hematomas nas costas. Disse que, em certo momento, o marido resolveu confessar o que fazia, admitindo os estupros e afirmando que a lesão ocorreu quando a empurrou perto da porta. “Ele falou que, se eu me separasse, ia mandar alguém atrás de mim, ia me matar, matar meus filhos, meus netos”, contou, chorando.

A acusação, no entanto, alegava que ela tinha interesse financeiro, já que cuidava dos bens do marido.

Campo Grande News

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SOLIDARIEDADE! Ex-morador de Cassilândia está rifando o carro para pagar tratamento de saúde

Gustavo Muzeti foi morador de Cassilândia, pai amoroso, amigo leal e ser humano de coração gigante, está enfrentando a maior batalha da sua vida e agora, precisa da nossa ajuda.
Em 27 de julho de 2024, sem qualquer aviso, Gustavo passou mal. Seu intestino simplesmente paralisou, dando início a uma luta que ninguém está preparado para enfrentar. Desde então, ele passou por 4 cirurgias no intestino e só agora, em maio de 2025, pôde voltar para casa. Mas o retorno não foi como esperávamos.
Gustavo foi diagnosticado com Síndrome do Intestino Curto (SIC), uma condição grave que impede seu corpo de absorver os nutrientes necessários para viver com qualidade. Ele precisa de cuidados especiais, inclusive de medicação, essencial para manter sua saúde e integridade nesse momento tão delicado.
Mesmo tendo pago seu plano de saúde por anos, sem falhar nunca no pagamento, e mal usando o serviço, o serviço Home Care foi negado, e agora a família trava uma batalha judicial para garantir um direito básico e a medicação essencial para sobrevivência. Mas o tempo não espera. Gustavo precisa do tratamento hoje, e a urgência falou mais alto.
Por isso, sua família decidiu fazer o impensável: rifar o próprio carro para custear o tratamento. Um gesto de amor, de sacrifício e, acima de tudo, de esperança.
Ajude como puder.
Cada centavo é uma semente de vida para Gustavo.

PARA CONTRIBUIR, ENTRE NESTE LINK: Rifa Honda Fit Pagar primeiro mês do meu tratamento em Home Care | Rifei

Para fazer doações via Pix: 67 991609191 Gustavo Marques Muzeti

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MS lidera taxas de feminicídio e estupro no País

Mato Grosso do Sul apresenta queda nos homicídios dolosos em 2024, com 421 casos e taxa de 14,01 por 100 mil habitantes, abaixo da média nacional. Entretanto, o estado registrou aumento nos feminicídios, com 35 casos e a segunda maior taxa do país (2,39 por 100 mil mulheres), mais que o dobro da média nacional. Os estupros também apresentaram números elevados, com 2.715 casos e a quarta maior taxa do país, apesar de uma queda em relação ao ano anterior.

O estado também se destacou negativamente nos latrocínios, com aumento de 266,67% em relação a 2023, e liderou o ranking de mortes sem indícios de crime e sem esclarecimento. Em contraponto, MS não registrou mortes por intervenção de agentes de Estado e apresentou baixo número de roubos de veículos. Além disso, o estado se consolidou como principal ponto de apreensão de drogas no país, com 579.419 quilos de maconha apreendidos.

Com isso, MS atingiu a segunda maior taxa do País: 2,39 feminicídios por 100 mil mulheres, mais que o dobro da média nacional (1,34). A região Centro-Oeste apresentou a maior taxa regional, com 1,87 casos por 100 mil mulheres.

A maioria absoluta das vítimas de homicídio no estado continua sendo homens (356), evidenciando o recorte de gênero da violência letal, mas os dados reforçam a necessidade de políticas públicas específicas para a proteção das mulheres’, diz a publicação.

Mato Grosso do Sul também aparece entre os estados com maior número absoluto e taxa proporcional de estupros. Em 2024, foram 2.715 casos registrados, sendo 1.968 vítimas mulheres e 259 homens. A taxa estadual foi de 81,46 casos por 100 mil habitantes, a quarta maior do país e mais que o dobro da média nacional (39,10). Ainda assim, houve uma queda de 14,98% em relação ao ano anterior.

Crimes – Nos homicídios dolosos, quando há intenção, MS mantém uma posição intermediária no ranking nacional. São Paulo (5,17), Santa Catarina (6,20) e o Distrito Federal (6,81) tiveram as menores taxas proporcionais do País, enquanto Ceará (34,42), Pernambuco (33,55) e Alagoas (30,96) registraram os maiores índices.

Entre as vítimas de homicídio em território sul-mato-grossense, 356 eram homens, 57 mulheres e oito pessoas sem identificação de sexo. O Estado também registrou 696 tentativas de homicídio ao longo do ano.

Outro dado alarmante é o crescimento dos latrocínios (roubos seguidos de morte). Em 2024, Mato Grosso do Sul registrou 22 casos, um aumento de 266,67% em relação aos 6 casos do ano anterior, o maior crescimento percentual entre todos os estados. No Brasil, foram 956 latrocínios, o que representa uma média de três casos por dia e uma leve queda de 1,65% em relação a 2023.

O Estado também liderou o ranking nacional de mortes sem indícios de crime e sem esclarecimento: foram 798 registros, o que equivale a 27,5 por 100 mil habitantes, a maior taxa brasileira.

Já em relação aos desaparecimentos, Mato Grosso do Sul teve 391 casos em 2024, o segundo menor número proporcional do Brasil. São Paulo liderou com 19.966 desaparecidos, e o Acre teve o menor número absoluto (376).

Outros indicadores – O número de suicídios cresceu 67,84% em MS, passando de 171 para 287 casos. A taxa foi de 9,89 por 100 mil habitantes, a sétima maior do país. Nacionalmente, os maiores números absolutos foram registrados em São Paulo (2.921), Minas Gerais (2.006) e Rio Grande do Sul (1.506), com taxas que variam entre 6,35 e 13,41.

Em 2024, o Brasil contabilizou 6.134 mortes por intervenção de agentes de Estado. Na contramão de estados como Bahia (1.557) e São Paulo (813), Mato Grosso do Sul não registrou nenhuma morte causada por agentes públicos, mantendo o mesmo resultado de 2023. No entanto, quatro suicídios de agentes foram registrados no Estado no mesmo período.

Por fim, MS teve 347 mortes no trânsito, 2.728 furtos de veículos e 315 roubos de veículos — o que representa a segunda menor taxa do País (16,01 por 100 mil habitantes), atrás apenas de Goiás (14,29). Não houve registros de roubos de carga nem a instituições financeiras em 2024. Já o número de pessoas desaparecidas foi baixo, com 391 registros.

Tráfico de drogas e apreensões – O Mato Grosso do Sul foi responsável por 92,93% das apreensões da região Centro-Oeste e 41,04% do total nacional, consolidando-se como o principal ponto de apreensão no País. Foram 579.419 quilos de maconha apreendidas, maior quantia das unidades federativas. O segundo foi o Paraná (482.868) e São Paulo (147.868).

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Mato Grosso do Sul registra morte por coqueluche e SES alerta para vacinação

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Estado já soma 40 casos da doença em 2025; bebê de um mês morreu após mãe não receber vacina

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) emitiu alerta sobre a importância da vacinação contra a coqueluche, após o aumento de casos no país e a morte de um bebê no estado.

Em 2025, já são 40 casos confirmados da doença em MS, além de sete sob investigação. A vítima era um recém-nascido de um mês, cuja mãe não havia tomado a vacina dTpa durante a gravidez, como preconizado pelo Ministério da Saúde.

A coqueluche é altamente contagiosa e afeta principalmente bebês. A vacinação é gratuita pelo SUS. Gestantes devem receber a dTpa a partir da 20ª semana de gestação. Crianças devem seguir o calendário básico: três doses da pentavalente aos 2, 4 e 6 meses, e dois reforços com DTP aos 15 meses e aos 4 anos.

Apesar da alta cobertura vacinal no estado — com mais de 99% para a pentavalente e DTP, e 92% para a dTpa —, a SES reforça a necessidade de manter a imunização atualizada.

Dados nacionais apontam 7.486 casos e 29 mortes por coqueluche em 2024, sendo a maioria entre bebês com menos de um ano de idade.

Diante do cenário, a SES orienta vigilância ativa, diagnóstico precoce e início imediato do tratamento. A recomendação inclui também monitoramento de contatos e reforço nas ações de prevenção nos municípios.

Fonte: MS Todo Dia
Foto: Divulgação

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Homem em liberdade condicional invade casa, estupra e tenta matar mulher a facadas em MS

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Liberdade condicional do agressor foi quebrada no mesmo dia do crime; vítima foi ferida oito vezes.

Uma noite de terror marcou o último domingo (8) em Angélica, quando uma mulher teve sua residência invadida por um homem de 33 anos que a estuprou e a atacou com oito golpes de faca. Eduardo Henrique da Silva Gomes, o suspeito, foi detido pela polícia na manhã desta segunda-feira (9).

De acordo com a Polícia Civil, Eduardo, conhecido na região como “Perereca”, arrombou a casa da vítima durante a noite. A mulher, que não conhecia o agressor, foi violentada sexualmente diversas vezes sob efeito de cocaína. Em seguida, Eduardo desferiu oito facadas contra a vítima: cinco no braço direito, duas nas costas e uma no rosto.

A mulher foi socorrida primeiramente no hospital de Angélica e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser transferida para uma unidade de saúde em Nova Andradina. Apesar da violência do ataque, informações médicas indicam que ela não corre risco de morte.

A prisão de Eduardo ocorreu na manhã seguinte ao crime, resultado de diligências da polícia. Ele estava em liberdade condicional e havia rompido a tornozeleira eletrônica que utilizava no próprio dia do ataque. Agora, ele deverá responder judicialmente por tentativa de homicídio, além de outros crimes relacionados à invasão e violência sexual. A Polícia Civil informou que não havia nenhum vínculo anterior entre o agressor e a vítima. O caso segue sob investigação.

Jornal MS Todo Dia

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