Avião faz pouso de emergência em plantação de milho e seis pessoas são levadas para hospital em MS

Pouso de emergência em Antônio João. — Foto: Rayque Luan

Um avião de pequeno porte fez um pouso de emergência em meio a uma plantação de milho, em Antônio João (MS), nesta segunda-feira (30). Seis pessoas estavam na aeronave e foram levadas ao hospital da cidade. Destas, três foram transferidas para o Hospital Regional de Ponta Porã. Veja o vídeo abaixo.

Segundo o secretário municipal de Saúde de Antônio João, o piloto precisou arremeter antes de conseguir aterrissar na área rural. As circunstâncias do ocorrido ainda estão sendo apuradas.

Dois dos ocupantes, Lucas Antunes, de 34 anos, e Landolfo Fernandes Antunes Neto, de 2 meses, foram atendidos no hospital municipal e já receberam alta.

Ainda de acordo com o secretário, Lucas Antunes é filho do ex-prefeito Landolfo Antunes, de Ponta Porã.

Informações iniciais indicam que não houve feridos graves. A Polícia Civil foi acionada e deve apurar as causas do incidente.

As autoridades ainda investigam a dinâmica do pouso de emergência e as condições da aeronave no momento do ocorrido.

Por Thais Libni, Liniker Ribeiro, Gesse López, Henrry Oden, g1 MS

Compartilhe:

Bebê de 1 ano morre ao ser atropelada por homem que empinava moto em MS

Fachada da Santa Casa de Campo Grande – MS – Foto Divulvação

Uma bebê de 1 ano e 7 meses morreu após ser atropelada por um amigo do pai, que empinava uma motocicleta, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, o pai estava com a criança no colo no momento do acidente.

O acidente aconteceu na quinta-feira (26). A criança morreu dois dias depois, no sábado (28), na Santa Casa de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai segurava a bebê quando os dois foram atingidos. No dia do acidente, a criança foi atendida e liberada em seguida.

O bisavô contou à polícia que a bebê piorou e precisou voltar ao hospital. Ela ficou internada, mas não resistiu.

Ainda segundo o registro, o bisavô pediu informações sobre o suspeito, mas o pai da criança se recusou a repassar os dados.

Até a última atualização desta reportagem, o suspeito não havia sido identificado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e é investigado pela polícia.

Uma bebê de 1 ano e 7 meses morreu após ser atropelada por um amigo do pai, que empinava uma motocicleta, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, o pai estava com a criança no colo no momento do acidente.

O acidente aconteceu na quinta-feira (26). A criança morreu dois dias depois, no sábado (28), na Santa Casa de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai segurava a bebê quando os dois foram atingidos. No dia do acidente, a criança foi atendida e liberada em seguida.

O bisavô contou à polícia que a bebê piorou e precisou voltar ao hospital. Ela ficou internada, mas não resistiu.

Ainda segundo o registro, o bisavô pediu informações sobre o suspeito, mas o pai da criança se recusou a repassar os dados.

Até a última atualização desta reportagem, o suspeito não havia sido identificado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e é investigado pela polícia.

Por Débora Ricalde, Antonio Bispo, g1 MS e TV Morena

Compartilhe:

Cassilândia: Foragido por homicídio é preso pela Polícia Civil com mais de meio quilo de droga

Foragido por homicídio é preso pela Polícia Civil com mais de meio quilo de droga em Campo Grande

meio quilo de droga em Campo GrandeFoto: Reprodução/Polícia Civil – MS

Na tarde desta segunda-feira (30), policiais do GOI (Grupo de Operações e Investigações), com o apoio de inteligência do SIG de Cassilândia, prenderam M.B.R., 30 anos, foragido da Justiça pelo crime de homicídio, durante diligência realizada no bairro Jardim Panamá, em Campo Grande.

A prisão foi resultado de ação integrada entre o GOI e o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia de Cassilândia, que vinha acompanhando o caso e repassou informações precisas sobre o paradeiro do investigado.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Foto: Reprodução/Polícia Civil – MSFoto: Reprodução/Polícia Civil – MS

Contra o preso havia mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara da Comarca de Cassilândia, no âmbito do processo nº 0900289-66.2026.8.12.0007, em razão de sua participação em crime de homicídio ocorrido naquela cidade.

Após o crime, o autor fugiu do Distrito da Culpa, passando por Aporé/GO, até se estabelecer em Campo Grande, onde se mantinha homiziado na tentativa de evitar a ação policial.

De posse das informações repassadas pelo SIG, a equipe do GOI realizou monitoramento no endereço indicado, confirmando a presença do suspeito, que apresentava comportamento típico de quem tenta evitar vigilância policial.

No momento em que deixou o imóvel conduzindo um veículo, o suspeito foi abordado e preso por força do mandado judicial.

Durante a ocorrência, os policiais retornaram ao imóvel utilizado pelo autor, onde localizaram, no interior de um dos cômodos, aproximadamente 502 gramas de crack, prontamente apreendidas.

Questionado, o suspeito admitiu que trouxe o entorpecente da cidade de Cassilândia.

Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio, o suspeito também foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

O preso já possui diversas passagens policiais, incluindo registros por roubo, tráfico de drogas, receptação, associação criminosa, entre outros delitos, evidenciando sua habitualidade na prática criminosa.

O preso foi encaminhado à Delegacia e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil – MS

Notícias em Rede

Compartilhe:

“Vi ele de costas atirando”, diz amiga que testemunhou execução na BR

Corpo da vítima foi parar em canteiro da BR-262, na divisa entre Jardim Panorama e Noroeste.

O relato da sobrevivente Beatriz Souza de Paula marcou a primeira audiência de instrução do caso da execução de Janaína Sabino de Almeida, morta na BR-262, em Campo Grande. A testemunha chorou ao relembrar o crime, enquanto o principal acusado, Guilherme Barrios Pereira Eleutério, deixou o plenário durante o depoimento.

Beatriz estava na garupa da motocicleta e foi a única a presenciar a sequência que terminou na morte da amiga.

“Começou com as batidas. Das batidas, a gente acabou batendo numa placa, a gente caiu. Ela ficou desacordada, eu não. Eu consegui ver muito, mas não muito, vi tudo borrado”, disse.

Mesmo ferida, ela contou que ainda percebeu o momento do disparo.

"Vi ele de costas atirando", diz amiga que testemunhou execução na BR-262

Janaína Sabino, atropelada e morta com tiro na cabeça, em foto publicada dias antes do crime.

“Nessa que ele fez o disparo, eu ainda estava com a cabeça… ela caiu aqui nas minhas costas. Eu estava olhando para lá. Nessa que eu olhei para ver, ele já estava de costas indo para o carro”, relatou.

Apesar da proximidade, Beatriz afirmou que não conseguiu identificar o autor.

“Não vi ninguém porque eu só vi ele de costas”, disse.

O crime aconteceu, segundo estimativa dela, entre 20h e 21h.

Guilherme acompanhava a audiência, mas se retirou durante o depoimento da testemunha. Ele é apontado como autor do disparo. A outra ré no processo, Brunielly Acunha Chimenes, responde em liberdade.

Guilherme Barrios Pereira Eleutério, preso pelo crime (Foto: Clara Farias)

Briga antes do crime – Durante o depoimento, Beatriz também detalhou a confusão que antecedeu o assassinato e que é apontada pela investigação como motivação.

Segundo ela, o desentendimento começou em uma tabacaria, após um pedido de licença entre grupos.

“Era uma mesa redonda. Tava o Guilherme, acho que a mulher dele e outra mulher. Elas pediram licença por educação e acho que não gostaram”, contou.

A situação evoluiu para provocações.

“O Guilherme começou a provocar, falando que não sabia jogar. A Janaína tomou as dores das amigas e começou a discutir”, disse.

Mais tarde, já na rua, houve nova confusão. Alguém teria arremessado uma garrafa contra o carro do acusado.

“Ele desceu já falando que queria matar ela. Nessa, ela apareceu com uma faca e deu as facadas nele”, afirmou.

Campo Grande News

Compartilhe:

Homem que ateou fogo na mãe e estava foragido é recapturado Polícia Militar

Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação)

O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015, no Bairro Paraguai, em Maracaju, foi recapturado nesta segunda-feira (30), na Capital. O homem cumpre pena em regime fechado e estava foragido do sistema prisional. Conforme mandado de recaptura expedido pela 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, ainda restam 9 anos, 7 meses e 27 dias de pena a cumprir.

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o crime ocorreu em 1º de julho de 2015, na casa da vítima, no Bairro Paraguai, em Maracaju. Na ocasião, Eliete Albuquerque Rosa teria se incomodado com o volume alto de som vindo da residência onde o filho e outras pessoas consumiam bebida alcoólica e acionou a Polícia Militar.

Após a saída da equipe policial, Renato Rosa Gomes e Aparecida Farias de Souza teriam se revoltado com a atitude da vítima e planejado o ataque. Conforme a acusação, a mulher jogou líquido inflamável sobre Eliete, enquanto Renato ateou fogo com um isqueiro. Aparecida ainda disse para Eliete: “Esse é o meu presente para você’.

Ainda de acordo com o Ministério Público, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, já que a vítima conseguiu retirar as roupas em chamas e pedir ajuda. A denúncia também aponta que o ataque foi motivado por conflitos familiares e ocorreu em contexto de violência doméstica.

Renato presenciou o corpo da mãe sendo consumido pelas chamas. Após o casal sair da casa da vítima, Eliete conseguiu ligar para uma filha que acionou o socorro. Ainda de acordo com a denúncia, Renato vivia agredindo a mãe e sempre a ameaçava dizendo, “Qualquer dia essa cagueta morre queimada’.

Em 4 de dezembro de 2018, Renato foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri. Ele e Aparecida estavam presos preventivamente na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).

CG News

Compartilhe:

Bebê morta após ser atropelada teve alta da Santa Casa mesmo com fraturas, diz família

(Reprodução)

A bebê Lauren, de apenas um ano e 9 meses, que morreu após suposto atropelamento, estava com uma fratura na costela e foi liberada do hospital antes de passar mal novamente. O caso ocorreu na última quinta-feira (26), no bairro Nova Lima, em Campo Grande.

As informações repassadas para a polícia são de que a criança estava no colo do pai, quando foi atingida por um motociclista, que não teve a identidade revelada, mas seria amigo da família. No momento do acidente, o piloto estaria empinando o veículo.

No entanto, a causa da morte ainda foi divulgada. Conforme o boletim de ocorrência, a mãe da criança relatou que a filha recebeu alta médica no dia seguinte ao acidente, ou seja, na sexta-feira (27). Outro familiar relatou ainda que Lauren deu entrada no hospital à noite e recebeu alta momentos depois.

Contudo, na manhã de sábado (28), voltou a passar mal, apresentando febre alta e vômitos. Assim, a bebê foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coronel Antonino.

Lá, passou por exames e a equipe constatou uma fratura na costela e também uma lesão na cabeça. Com isso, mais uma vez, a criança foi transferida para a Santa Casa, onde não resistiu e morreu na noite de sábado (28).

Negligência

Para a polícia, familiares relataram que o pai da criança — que teria presenciado o acidente — não quis informar o nome do tal amigo, que estaria empinando a moto.

Ainda, familiares relatam suspeita de negligência médica. Isso porque, na visão deles, a criança foi liberada sem as condições de alta médica.

Midiamax

Compartilhe:

Sob efeito de álcool, filha ameaça mãe de morte durante discussão

Polícia Militar

Discussão entre mãe, de 52 anos, e filha, de 19, acabou em ameaça de morte, na noite desse domingo (29), em Maracaju. As duas consumiam bebidas alcoólicas quando a jovem se exaltou durante um desentendimento e passou a dizer que mataria a própria mãe.

O caso aconteceu na Vila Adrien. A vítima informou que a filha, quando consome álcool, costuma apresentar comportamento agressivo. Em outras ocasiões, a mulher relata que já houve agressões físicas.

Dessa forma, com a filha exaltada e temendo pela própria vida, a mãe acionou a Polícia Militar. Ao perceber que a mulher acionava a polícia, a garota deixou o local, e disse que não seria presa.

Os policiais encaminharam a vítima à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e solicitação de medidas protetivas, já que a filha tem acesso à residência e representa uma ameaça à vida da mulher.

*Com informações de Maracaju Speed

Midiamax

 

Compartilhe:

Cassilândia: Homem amarra e, com uma faca, castra cão comunitário

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

No início da tarde do último sábado (28), um homem que não teve a identidade revelada amarrou um cachorro que era cuidado por moradores de Cassilândia e, com uma faca, castrou cruelmente o animal.

Conforme informações divulgadas pelo sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, por volta das 12h55 (local), os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de maus-tratos a animais que chocou moradores nas proximidades da rua Pedro Pereira de Almeida.

O autor, conhecido na região, já havia feito ameaças anteriormente, relatando às pessoas que iria fazer a castração irregular do cão. Segundo testemunhas, o animal é cuidado por toda a comunidade local.

Mesmo algumas pessoas pedindo para ele não cometer o crime, o indivíduo amarrou o cachorro e, utilizando uma faca, realizou o procedimento de forma cruel.

A Polícia Militar foi acionada, mas, quando chegou ao local, o agressor já havia fugido.

Embora não tenha sido preso em flagrante, ele foi reconhecido por populares e responderá posteriormente pelo crime.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, que investigará o fato.

O Correio News

Compartilhe:

Avião faz pouso de emergência em plantação de milho e seis pessoas são levadas para hospital em MS

Pouso de emergência em Antônio João. — Foto: Rayque Luan

Um avião de pequeno porte fez um pouso de emergência em meio a uma plantação de milho, em Antônio João (MS), nesta segunda-feira (30). Seis pessoas estavam na aeronave e foram levadas ao hospital da cidade. Destas, três foram transferidas para o Hospital Regional de Ponta Porã. Veja o vídeo abaixo.

Segundo o secretário municipal de Saúde de Antônio João, o piloto precisou arremeter antes de conseguir aterrissar na área rural. As circunstâncias do ocorrido ainda estão sendo apuradas.

Dois dos ocupantes, Lucas Antunes, de 34 anos, e Landolfo Fernandes Antunes Neto, de 2 meses, foram atendidos no hospital municipal e já receberam alta.

Ainda de acordo com o secretário, Lucas Antunes é filho do ex-prefeito Landolfo Antunes, de Ponta Porã.

Informações iniciais indicam que não houve feridos graves. A Polícia Civil foi acionada e deve apurar as causas do incidente.

As autoridades ainda investigam a dinâmica do pouso de emergência e as condições da aeronave no momento do ocorrido.

Por Thais Libni, Liniker Ribeiro, Gesse López, Henrry Oden, g1 MS

Compartilhe:

Bebê de 1 ano morre ao ser atropelada por homem que empinava moto em MS

Fachada da Santa Casa de Campo Grande – MS – Foto Divulvação

Uma bebê de 1 ano e 7 meses morreu após ser atropelada por um amigo do pai, que empinava uma motocicleta, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, o pai estava com a criança no colo no momento do acidente.

O acidente aconteceu na quinta-feira (26). A criança morreu dois dias depois, no sábado (28), na Santa Casa de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai segurava a bebê quando os dois foram atingidos. No dia do acidente, a criança foi atendida e liberada em seguida.

O bisavô contou à polícia que a bebê piorou e precisou voltar ao hospital. Ela ficou internada, mas não resistiu.

Ainda segundo o registro, o bisavô pediu informações sobre o suspeito, mas o pai da criança se recusou a repassar os dados.

Até a última atualização desta reportagem, o suspeito não havia sido identificado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e é investigado pela polícia.

Uma bebê de 1 ano e 7 meses morreu após ser atropelada por um amigo do pai, que empinava uma motocicleta, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, o pai estava com a criança no colo no momento do acidente.

O acidente aconteceu na quinta-feira (26). A criança morreu dois dias depois, no sábado (28), na Santa Casa de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai segurava a bebê quando os dois foram atingidos. No dia do acidente, a criança foi atendida e liberada em seguida.

O bisavô contou à polícia que a bebê piorou e precisou voltar ao hospital. Ela ficou internada, mas não resistiu.

Ainda segundo o registro, o bisavô pediu informações sobre o suspeito, mas o pai da criança se recusou a repassar os dados.

Até a última atualização desta reportagem, o suspeito não havia sido identificado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e é investigado pela polícia.

Por Débora Ricalde, Antonio Bispo, g1 MS e TV Morena

Compartilhe:

Cassilândia: Foragido por homicídio é preso pela Polícia Civil com mais de meio quilo de droga

Foragido por homicídio é preso pela Polícia Civil com mais de meio quilo de droga em Campo Grande

meio quilo de droga em Campo GrandeFoto: Reprodução/Polícia Civil – MS

Na tarde desta segunda-feira (30), policiais do GOI (Grupo de Operações e Investigações), com o apoio de inteligência do SIG de Cassilândia, prenderam M.B.R., 30 anos, foragido da Justiça pelo crime de homicídio, durante diligência realizada no bairro Jardim Panamá, em Campo Grande.

A prisão foi resultado de ação integrada entre o GOI e o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia de Cassilândia, que vinha acompanhando o caso e repassou informações precisas sobre o paradeiro do investigado.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Foto: Reprodução/Polícia Civil – MSFoto: Reprodução/Polícia Civil – MS

Contra o preso havia mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara da Comarca de Cassilândia, no âmbito do processo nº 0900289-66.2026.8.12.0007, em razão de sua participação em crime de homicídio ocorrido naquela cidade.

Após o crime, o autor fugiu do Distrito da Culpa, passando por Aporé/GO, até se estabelecer em Campo Grande, onde se mantinha homiziado na tentativa de evitar a ação policial.

De posse das informações repassadas pelo SIG, a equipe do GOI realizou monitoramento no endereço indicado, confirmando a presença do suspeito, que apresentava comportamento típico de quem tenta evitar vigilância policial.

No momento em que deixou o imóvel conduzindo um veículo, o suspeito foi abordado e preso por força do mandado judicial.

Durante a ocorrência, os policiais retornaram ao imóvel utilizado pelo autor, onde localizaram, no interior de um dos cômodos, aproximadamente 502 gramas de crack, prontamente apreendidas.

Questionado, o suspeito admitiu que trouxe o entorpecente da cidade de Cassilândia.

Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio, o suspeito também foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

O preso já possui diversas passagens policiais, incluindo registros por roubo, tráfico de drogas, receptação, associação criminosa, entre outros delitos, evidenciando sua habitualidade na prática criminosa.

O preso foi encaminhado à Delegacia e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil – MS

Notícias em Rede

Compartilhe:

“Vi ele de costas atirando”, diz amiga que testemunhou execução na BR

Corpo da vítima foi parar em canteiro da BR-262, na divisa entre Jardim Panorama e Noroeste.

O relato da sobrevivente Beatriz Souza de Paula marcou a primeira audiência de instrução do caso da execução de Janaína Sabino de Almeida, morta na BR-262, em Campo Grande. A testemunha chorou ao relembrar o crime, enquanto o principal acusado, Guilherme Barrios Pereira Eleutério, deixou o plenário durante o depoimento.

Beatriz estava na garupa da motocicleta e foi a única a presenciar a sequência que terminou na morte da amiga.

“Começou com as batidas. Das batidas, a gente acabou batendo numa placa, a gente caiu. Ela ficou desacordada, eu não. Eu consegui ver muito, mas não muito, vi tudo borrado”, disse.

Mesmo ferida, ela contou que ainda percebeu o momento do disparo.

"Vi ele de costas atirando", diz amiga que testemunhou execução na BR-262

Janaína Sabino, atropelada e morta com tiro na cabeça, em foto publicada dias antes do crime.

“Nessa que ele fez o disparo, eu ainda estava com a cabeça… ela caiu aqui nas minhas costas. Eu estava olhando para lá. Nessa que eu olhei para ver, ele já estava de costas indo para o carro”, relatou.

Apesar da proximidade, Beatriz afirmou que não conseguiu identificar o autor.

“Não vi ninguém porque eu só vi ele de costas”, disse.

O crime aconteceu, segundo estimativa dela, entre 20h e 21h.

Guilherme acompanhava a audiência, mas se retirou durante o depoimento da testemunha. Ele é apontado como autor do disparo. A outra ré no processo, Brunielly Acunha Chimenes, responde em liberdade.

Guilherme Barrios Pereira Eleutério, preso pelo crime (Foto: Clara Farias)

Briga antes do crime – Durante o depoimento, Beatriz também detalhou a confusão que antecedeu o assassinato e que é apontada pela investigação como motivação.

Segundo ela, o desentendimento começou em uma tabacaria, após um pedido de licença entre grupos.

“Era uma mesa redonda. Tava o Guilherme, acho que a mulher dele e outra mulher. Elas pediram licença por educação e acho que não gostaram”, contou.

A situação evoluiu para provocações.

“O Guilherme começou a provocar, falando que não sabia jogar. A Janaína tomou as dores das amigas e começou a discutir”, disse.

Mais tarde, já na rua, houve nova confusão. Alguém teria arremessado uma garrafa contra o carro do acusado.

“Ele desceu já falando que queria matar ela. Nessa, ela apareceu com uma faca e deu as facadas nele”, afirmou.

Campo Grande News

Compartilhe:

Homem que ateou fogo na mãe e estava foragido é recapturado Polícia Militar

Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação)

O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015, no Bairro Paraguai, em Maracaju, foi recapturado nesta segunda-feira (30), na Capital. O homem cumpre pena em regime fechado e estava foragido do sistema prisional. Conforme mandado de recaptura expedido pela 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, ainda restam 9 anos, 7 meses e 27 dias de pena a cumprir.

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o crime ocorreu em 1º de julho de 2015, na casa da vítima, no Bairro Paraguai, em Maracaju. Na ocasião, Eliete Albuquerque Rosa teria se incomodado com o volume alto de som vindo da residência onde o filho e outras pessoas consumiam bebida alcoólica e acionou a Polícia Militar.

Após a saída da equipe policial, Renato Rosa Gomes e Aparecida Farias de Souza teriam se revoltado com a atitude da vítima e planejado o ataque. Conforme a acusação, a mulher jogou líquido inflamável sobre Eliete, enquanto Renato ateou fogo com um isqueiro. Aparecida ainda disse para Eliete: “Esse é o meu presente para você’.

Ainda de acordo com o Ministério Público, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, já que a vítima conseguiu retirar as roupas em chamas e pedir ajuda. A denúncia também aponta que o ataque foi motivado por conflitos familiares e ocorreu em contexto de violência doméstica.

Renato presenciou o corpo da mãe sendo consumido pelas chamas. Após o casal sair da casa da vítima, Eliete conseguiu ligar para uma filha que acionou o socorro. Ainda de acordo com a denúncia, Renato vivia agredindo a mãe e sempre a ameaçava dizendo, “Qualquer dia essa cagueta morre queimada’.

Em 4 de dezembro de 2018, Renato foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri. Ele e Aparecida estavam presos preventivamente na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).

CG News

Compartilhe:

Bebê morta após ser atropelada teve alta da Santa Casa mesmo com fraturas, diz família

(Reprodução)

A bebê Lauren, de apenas um ano e 9 meses, que morreu após suposto atropelamento, estava com uma fratura na costela e foi liberada do hospital antes de passar mal novamente. O caso ocorreu na última quinta-feira (26), no bairro Nova Lima, em Campo Grande.

As informações repassadas para a polícia são de que a criança estava no colo do pai, quando foi atingida por um motociclista, que não teve a identidade revelada, mas seria amigo da família. No momento do acidente, o piloto estaria empinando o veículo.

No entanto, a causa da morte ainda foi divulgada. Conforme o boletim de ocorrência, a mãe da criança relatou que a filha recebeu alta médica no dia seguinte ao acidente, ou seja, na sexta-feira (27). Outro familiar relatou ainda que Lauren deu entrada no hospital à noite e recebeu alta momentos depois.

Contudo, na manhã de sábado (28), voltou a passar mal, apresentando febre alta e vômitos. Assim, a bebê foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coronel Antonino.

Lá, passou por exames e a equipe constatou uma fratura na costela e também uma lesão na cabeça. Com isso, mais uma vez, a criança foi transferida para a Santa Casa, onde não resistiu e morreu na noite de sábado (28).

Negligência

Para a polícia, familiares relataram que o pai da criança — que teria presenciado o acidente — não quis informar o nome do tal amigo, que estaria empinando a moto.

Ainda, familiares relatam suspeita de negligência médica. Isso porque, na visão deles, a criança foi liberada sem as condições de alta médica.

Midiamax

Compartilhe:

Sob efeito de álcool, filha ameaça mãe de morte durante discussão

Polícia Militar

Discussão entre mãe, de 52 anos, e filha, de 19, acabou em ameaça de morte, na noite desse domingo (29), em Maracaju. As duas consumiam bebidas alcoólicas quando a jovem se exaltou durante um desentendimento e passou a dizer que mataria a própria mãe.

O caso aconteceu na Vila Adrien. A vítima informou que a filha, quando consome álcool, costuma apresentar comportamento agressivo. Em outras ocasiões, a mulher relata que já houve agressões físicas.

Dessa forma, com a filha exaltada e temendo pela própria vida, a mãe acionou a Polícia Militar. Ao perceber que a mulher acionava a polícia, a garota deixou o local, e disse que não seria presa.

Os policiais encaminharam a vítima à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e solicitação de medidas protetivas, já que a filha tem acesso à residência e representa uma ameaça à vida da mulher.

*Com informações de Maracaju Speed

Midiamax

 

Compartilhe:

Cassilândia: Homem amarra e, com uma faca, castra cão comunitário

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

No início da tarde do último sábado (28), um homem que não teve a identidade revelada amarrou um cachorro que era cuidado por moradores de Cassilândia e, com uma faca, castrou cruelmente o animal.

Conforme informações divulgadas pelo sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, por volta das 12h55 (local), os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de maus-tratos a animais que chocou moradores nas proximidades da rua Pedro Pereira de Almeida.

O autor, conhecido na região, já havia feito ameaças anteriormente, relatando às pessoas que iria fazer a castração irregular do cão. Segundo testemunhas, o animal é cuidado por toda a comunidade local.

Mesmo algumas pessoas pedindo para ele não cometer o crime, o indivíduo amarrou o cachorro e, utilizando uma faca, realizou o procedimento de forma cruel.

A Polícia Militar foi acionada, mas, quando chegou ao local, o agressor já havia fugido.

Embora não tenha sido preso em flagrante, ele foi reconhecido por populares e responderá posteriormente pelo crime.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, que investigará o fato.

O Correio News

Compartilhe:
Compartilhe: