Seleção vence amistoso como deve ser: com autoridade e coletivamente

Grupo celebra um dos gols da goleada em Porto Alegre (Jeferson Guareze/AFP)

Os mais exigentes dirão, não sem dose de razão, que a seleção brasileira “não fez mais do que a obrigação” ao jogar bem e vencer Honduras com tranquilidade, por 7 a 0, neste domingo, 9, diante de um público pequeno no Beira-Rio, em Porto Alegre. De fato, o último “teste” antes da Copa América não foi dos mais complicados, mas há de se ressaltar a evolução do Brasil – que há quatro dias venceu Catar sem o menor brilho – e, sobretudo, a leveza e eficiência do jogo coletivo do time.

Cravar se o time jogaria melhor ou pior com Neymar em campo seria um mero exercício de adivinhação, mas é fato que a seleção não sentiu falta alguma de seu badalado, lesionado e enrolado camisa 10. E que o ambiente ficou bem mais arejado.

O baixíssimo público de 16.521 torcedores, que pagou de 80 a 450 reais para ver a seleção, foi brindado com uma atuação irretocável, tanto da ala experiente do time – Daniel Alves, Filipe Luis e Thiago Silva ajudaram não apenas com segurança na defesa, mas contribuíram no ataque; os laterais com assistências e o zagueiro com um gol de cabeça – quanto dos rápidos e jovens atacantes. Veja

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