
A agressão foi registrada por câmeras de segurança. (Reprodução, Câmeras de Segurança)
A Justiça marcou para o próximo mês a primeira audiência de instrução e julgamento da morte de Paulo Cézar Martins de Oliveira, ocorrida no dia 2 de maio, na Vila Marli, em Campo Grande. João Victor Mendonça de Deus, réu pelo homicídio, está preso preventivamente.
Segundo a denúncia, João estava na companhia de familiares na Rua Dona Júlia Serra, quando Paulo parou do lado oposto da rua e manteve um breve diálogo com o grupo, deixando o local na sequência. Após a vítima se distanciar, o réu se apossou de uma pedra e a arremessou em direção à vítima, não conseguindo atingi-la.
Na sequência, João arremessou uma segunda pedra, desta vez atingindo Paulo na região da cabeça, fazendo com que ele caísse imediatamente. Posteriormente, o acusado fugiu do local, sendo preso em flagrante pelo GOI (Grupo de Operações e Investigações) no dia seguinte, em um assentamento na região de Sidrolândia, a 57 km de Campo Grande.
Já Paulo, apesar de ferido, conseguiu retornar para a sua casa, onde morreu devido às lesões sofridas. Segundo o laudo necroscópico, a causa da morte foi em decorrência de trauma cranioencefálico grave devido à ação contundente na região craniana à direita.
Abalada com o ocorrido, a moradora opina que o assassinato não se justifica. “Ficou uma situação triste. Ele sempre passava aqui, os pais dele moram ali embaixo.
Não justifica machucar ou tirar a vida de alguém. Não justifica isso, não!”, pontuou.





