Ex que matou mulher e mais dois queimados pega 67 anos de cadeia

Homem foi encontrado em uma casa de Maracaju. (Divulgação)

Adriano Ribeiro Espinosa foi condenado a 67 anos de prisão em regime fechado, por assassinar três pessoas, em outubro de 2014. O homem ateou fogo na casa em que estava a ex-companheira dele na época. Contudo, o atual namorado da vítima e uma amiga da mulher também estavam no local e não resistiram.

De acordo com o processo, as penas devem ser cumpridas em regime fechado, já que os crimes são de caráter hediondo por envolverem morte.

Após o crime, Adriano ficou foragido por 11 anos e foi preso apenas em março de 2025. Ele foi localizado em Maracaju e preso em flagrante. Desde então, segue no sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul.

O crime:

No dia 13 de outubro de 2014, por volta das 23h, a ex-mulher estava na casa juntamente com o atual namorado dela e mais uma pessoa. Além das mortes, no ato do incêndio, o autor ainda causou lesões gravíssimas em uma quarta vítima, que sobreviveu com severas deformidades. O crime aconteceu no Jardim Columbia, em Campo Grande.

O incêndio causou as mortes de Hélio Queiroz Neres, 37 anos, e Lucinda Ferreira Torres, 41 anos. A primeira vítima, Lucinda, morreu asfixiada pela fumaça e teve várias queimaduras pelo corpo.

Vizinhos disseram que Edna e o marido, identificado apenas como Adriano, tiveram uma briga em via pública, antes de o imóvel ser incendiado. A filha da vítima contou que Adriano teria passado pelo local e feito ameaças, dizendo que compraria gasolina e atearia fogo no local.

Lucinda não morava no imóvel, mas estava na casa fazendo uma visita a Edna, que havia discutido com o marido. No imóvel, além do casal, moravam mais dois homens, entre eles, a vítima que morreu na Santa Casa.

Midiamax

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